Jornalistas falando sobre games em todos os cantos. Bebidas. Canapés e salgadinhos. Representantes de empresas como Microsoft e Electronic Arts. Modelos sorridentes. Não, não é a E3, meu amigo. É o 2º Troféu Gameworld – Melhores de 2005.

Fico muito feliz por estar escrevendo isso em um blog pessoal, onde eu posso dizer o que quiser, por mais pessoal que seja. Já que pra mim é difícil avaliar esse evento sob a perspectiva de um jornalista veterano, alguém que é acostumado a essas coisas. Eu nunca compareci a algum evento do tipo, então foi inevitável um certo deslumbramento. Especialmente após dois coquetéis de côco e um copo de whisky.
O evento em si, a premiação, devo dizer que não foi a coisa mais espetacular do mundo. Marcelo Barbão, Jocelyn Auricchio e Pablo Miyazawa (todos jornalistas da Futuro Comunicação, organizadora e idealizadora do evento) revezavam-se em ler as fichas de premiação, anunciando os indicados e logo após os ganhadores entre as diversas categorias, que foram desde "Melhor Jogo de Corrida" até "Melhor Produtora Nacional". Foi simples, mas funcional, apesar de 12 dos 22 premiados (Square-Enix, por exemplo) não terem comparecido ao evento pelo fato não possuírem escritório em terras brasileiras. O resultado você vai poder conferir nas publicações da Futuro nas próximas semanas.
O que foi realmente legal foi a idéia por trás do evento. Aquela mentalidade de "bem, a gente não tem o cacife pra fazer um evento arrasa-quarteirão, mas vamos fazer alguma coisa!". Isso é muito importante para a indústria de jogos eletrônicos no Brasil. Já li entrevistas de gente do Japão ou Estados Unidos que se surpreendiam de verdade ao ficar sabendo que existiam revistas de games no Brasil. Que a gente aqui sabia jogar videogame. Imagina então o que esse pessoal vai dizer quando alguém cutucar eles lá na E3 daqui a uma semana e pouco e dizer: "Ó, tá aqui o teu prêmio, que você ganhou lá no Brasil em uma votação popular via internet que mobilizou mais de X mil jogadores". Faz bem pra nossa imagem. Mostra que a gente existe.
Sem contar que toda essa premiação, é claro, foi devidamente acompanhada de muita bebida e comida grátis, como todo bom evento deve ser. E na verdade esse foi o ponto forte do evento, para mim. Não, não a comida e a bebida, mas as consequências da comida e da bebida. As conversas, os contatos, a quantidade de gente que se conhece. Tive a oportunidade de conhecer pessoas incríveis e conversar direito pela primeira vez com algumas tantas outras. Sinto-me no dever de citar alguns nomes que me impressionaram pela simpatia: Rafael Mazza (Gerente de Marketing da Level-Up), Renato Bueno (Diagramador e Redator, trabalhando na Folha), Henrique Minatogawa (Revisor e Colaborador da Futuro) e Rodrigo Guerra (Redator da Futuro). Isso sem contar os carimbados Pablo Miyazawa (Futuro), Théo Azevedo (UOL), Renata Honorato (iG), Gustavo Petró (Folha), entre tantos outros que eu já conhecia e admirava de outros carnavais.
Enfim, foi um evento e tanto, que eu vou guardar na memória por um bom tempo. Até porque, como todos os outros que compareceram, eu ganhei uma réplica extremamente bacana do troféu. Morram de inveja.

E que venha o terceiro!
(Siga o link para conferir a lista dos vencedores.) Continue lendo ‘2º Troféu GameWorld – Melhores de 2005′
Traduzido do
A revista GameMaster desse mês chegou ontem às bancas, e com uma matéria de capa pra lá de interessante: algo como "Os 32 motivos que podem fazer desta E3 a melhor de todos os tempos." Com um nome desses eu nem preciso explicar do que se trata a matéria, não é? Pois bem.
Uma parceria promocional entre a Nintendo e a AOL americana vai realizar o sonho máximo de qualquer pessoa que esteja esperando ansiosamente para jogar o Revolution - em suma, 99% dos gamers do mundo.
Clique
Antes que interpretem mal o título do post, deixa eu esclarecer: eu sei que TODOS os games são movidos a grana. Sem gastar dinheiro não dá pra se fazer um jogo, e ele nem será feito sem uma expectativa de ganhar (muito) dinheiro em cima das suas vendas.
E a IGN publicou ontem uma 
Falta menos de um mês para a E3. Desde já, todos estão com os olhares voltados para Los Angeles, esperando alguma novidade em particular. E este ano as atenções estão bem divididas: uns esperam pela primeira demonstração oficial do "poder extremo" do PlayStation 3, outros não se aguentam em pé para ver a segunda leva de jogos do Xbox 360, enquanto um terceiro grupo mal dorme direito, imaginando que diabos a Nintendo ainda esconde sobre o seu Revolution.
Esqueça o "North American Tour" que está escrito aí no poster ao lado: o concerto Video Games Live está vindo ao Brasil!


