Arquivo para Maio, 2006

Fabio is Missing

Capa da Nintendo World #96Esse blog começou muito bem, com posts diários por umas duas semanas. Mas, por mais que o início desse blog não tenha sido há tanto tempo atrás, naquele tempo eu estava bem mais tranquilo em relação a horários. Tinha um emprego na parte da tarde (que ainda tenho, por sinal) e as manhãs livres. Hoje eu tenho bem menos manhãs livres do que tinha naquele tempo, já que o pessoal da Nintendo World finalmente me "descobriu" e está passando coisas para mim com uma frequência constante. Agora mesmo eu tenho uma matéria sobre o Wii para planejar e escrever (vocês vão lê-la na edição 97 ou 98, eu acho), e essa vai dar trabalho.

Mas eu quero dizer pra todo mundo que a minha intenção não é a de largar esse blog. Eu gosto muito dele, e mesmo que tenha de postar apenas uma vez por semana, vou continuar postando. E isso pode vir a acontecer, já que um emprego em tempo integral é uma coisa que eu procuro.

Isso abre espaço para eu falar de RSS. Vocês sabem o que é? Vocês usam? Seria uma boa que o maior número de pessoas utilizassem os feeds de RSS para saber se eu atualizei o blog ou não, assim vocês se poupam de entrar aqui, esperando um post novo, e não encontrarem nada. Se vocês tiverem dúvidas sobre esse lance, postem aí que eu dou um help.

E já que eu tô escrevendo na NW e nunca vendi o meu peixe, lá vai: na edição desse mês (deve chegar nas bancas essa semana, se é que já não chegou) tem bastante coisa minha. Muitas coisas são texto não assinado, que eu escrevo em nome da revista e, sei lá, prefiro que ninguém saiba que fui eu que escrevi. Por exemplo, seis dos textos de jogos de DS da E3 fui eu que fiz. Nenhum deles tá assinado, mas eu escrevi. Se quiserem, tentem adivinhar quais, vai ser divertido! ;)

A seção ComuNidade é a que eu mais escrevo. Quase sempre tem coisa minha lá, nem que seja um quadrinho. Nem sempre assinado, também. Mas esse mês tem bastante coisa. Uma delas é a entrevista com o "famoso" Xoc, um músico americano que fez um CD tributo à trilha sonora do Super Mario World. Essa entrevista foi bem legal, o cara é muito bacana e tal. Por problemas de falta de espaço na revista, a entrevisa não foi na íntegra, então eu vou negociar lá com o editor da NW pra ver se eu posso colocar a entrevista na íntegra aqui no 16-BIT. Acho que não vai ter problema. A outra coisa é uma matéria chamada Um Mundo Feito de Mario (que eu mandei pra eles com o título de "O Mundo de Mario World", mas eles trocaram. hehehe…), onde eu escrevi várias coisas que os fãs fazem para declarar o seu amor ao primeiro jogo do Mario para o Super Nintendo. Essa não tá assinada (na verdade a entrevisa com o Xoc nada mais é do que um quadrinho dessa matéria), mas eu faço questão que as pessoas saibam que fui eu que fiz. Fiquei orgulhoso dela.

E é isso. Só pra vocês não ficarem com muita saudade de mim! Até o próximo post!

Mais Sam & Max!

Sam & Max de volta!O último post era pra ser, na verdade, o que eu espero que esse aqui venha a ser daqui a algumas linhas. A minha intenção com o post anterior era simplesmente noticiar o anúncio de mais um game de Sam & Max, que aconteceu na E3 2006, mas eu me empolguei tanto com o jogo anterior que acabou saindo um mini-review, vejam só vocês.

Por isso que eu volto a tocar no assunto nesse post. O coelho e o cachorro favoritos dos fãs de adventures estão de volta — ou pelo menos vão estar, em breve. Eu colocaria o trailer aqui mesmo na página, mas parece que o WordPress não é muito amigo do YouTube, e talvez essa seja a razão pela qual eu não esteja conseguindo. Então, assista ao trailer no próprio YouTube.

Não sei quanto a vocês, mas já fico feliz só de ouvir a voz desses dois carinhas. Simplesmente não dá pra saber qual dos dois é mais engraçado, embora dê para saber com uma relativa facilidade qual dos dois é o mais engravatado. (Tu-dum, psh!)

Infelizmente, eu tenho algumas preocupações com esse game. Primeiro, que não inventem de desvirtuar a série com uma jogabilidade que não seja o clássico esquema point-and-click. Segundo, que mantenham as legendas. Terceiro, que mantenham os mini-games. Se seguirem esses três "pedidos" meus, eu não terei nada do que reclamar.

Procurando o trailer no YouTube, eu acabei descobrindo que existem vários episódios de uma série de desenho animado da dupla. É só entrar lá e procurar por "Sam & Max" (ou, claro, clicar no link da primeira frase deste parágrafo). Devem ser muito bons, mas eu só vou conseguir descobrir com certeza quando a minha conexão banda larga consultar um psiquiatra para ajudá-la a deixar de acreditar que é uma 28k.

Sam & Max – Hit The Road

CapaEra uma vez um mundo em que coisas como “sincronia labial” ainda eram desimportantes para o sucesso de um game. Na verdade, era o mesmo mundo em que hoje nós vivemos, mas antes dos valores terem sido invertidos. Ah, bem, deixa pra lá.

O caso é que nesse mundo foi criado um dos melhores jogos que um ser humano com um bom senso de humor pode querer jogar: Sam & Max – Hit The Road (LucasArts, 1993). Inteligente, desafiador e estratosfericamente engraçado, o game é — ao lado de clássicos absolutos como Full Throttle e Day of the Tentacle — um dos melhores representantes do moribundo gênero adventure.

Explicando genericamente, não há absolutamente nada demais no jogo. Você clica em um lugar e Sam vai andando até lá, com Max podendo segui-lo ou não. Você escolhe uma ação como “falar”, clica em um NPC e voilá, um diálogo se inicia. E assim por diante, com todas as outras ações disponíveis. Mas esse jogo não merece uma explicação genérica.

Ele merece que eu fale o quão incrivelmente perfeitos são os trabalhos de vozes do jogo. Ele merece que eu explique detalhadamente que, apesar de ser uma dupla de detetives particulares, Sam e Max são, respectivamente, um cachorro (que veste um terno com uma gravata listrada azul e preta, anda descalço e adora falar complicado) e um coelho (que é fofo por fora mas sanguinário por dentro, nunca perdendo a oportunidade de espancar, xingar e cometer outros atos de violência gratuita e cômica, além de não vestir roupa alguma e todos lidarem normalmente com este fato). E merece que eu explique, sobretudo, que é o jogo com o humor mais ácido e genuinamente engraçado desde… desde… desde quase sempre. Quase como uma mistura entre a genialidade de Douglas Adams, o humor de Conker’s Bad Fur Day e a insanidade dos melhores desenhos do Adult Swim.

Screen

Ah, falando assim nem parece tão engraçado… Pra entender, tem que jogar.

“Mamma mia!”

Mini-MarioEsses dias eu tava passeando por aí na internet e achei esse videozinho curto, não-engraçado, mas absolutamente curioso. Ou vocês nunca tiveram curiosidade em saber de onde vem a voz do Mario? "It's-a me, the dublador!"

Vídeo aqui. (Botão direito e "Salvar link como…" para download.)

E com isso eu distraio vocês enquanto preparo o maior post da (breve) história do 16-BIT. Coisa boa, eu prometo.

Nintendo Coração Apple

Todo mundo vem elogiando (alguns criticando) o design do Wii e do DS Lite por serem muito similares — vulgo "inspirados" — ao dos produtos da Apple (fabricante do iPod). Mas será que é de hoje essa "inspiração"?

 

Apple + Nintendo

Preview Top10: Melhores games de DS presentes na E3

Ok, a E3 teve notícias boas pra todo mundo, mas eu acho que nenhum tipo de jogador foi tão beneficiado quanto o grupo "passei a vida toda jogando Nintendo e agora tenho um DS". Grupo ao qual eu, orgulhosamente, pertenço.

As sequências, remakes e títulos inéditos do portátil que afirma que tocar é legal fazem qualquer um se sentir orgulhoso de ter comprado um. É o que se pode chamar facilmente de dinheiro bem gasto.

Aproveitando que tem pelo menos uma dezena de títulos que me fizeram ficar de boca aberta olhando para o monitor quando eu fiquei sabendo que iam ser lançados, eu aproveito para fazer não apenas um preview múltiplo ou uma lista, mas um Preview-Top10. Preview e lista ao mesmo tempo. Então vamos aos previews dos 10 jogos de DS mais esperados por esse humilde jogador. Depois do link: Continue lendo ‘Preview Top10: Melhores games de DS presentes na E3′

Vácuo Pós-E3

E3 acabando.Pois é. O evento que me fez ficar meses e me- ses ansioso já passou. E agora, vou esperar o quê? Alguém me dê uma data, por favor! :P

Bom, brincadeiras à parte, uma coisa é certa: agora a vida dos gamers passou a ter um pouco menos de "graça". Toda aquela expectativa e ansiedade pelas esperadas respostas à todas as nossas perguntas, para aquele trailer que a gente queria logo ver, para aquela novidade que a gente queria logo saber como era… tudo isso passou.

Vendo a coisa por esse lado, é até bom que as empresas não revelem 100% do que a gente quer saber na E3. Assim como a Nintendo não revelou o preço e a data de lançamento do Wii e a Microsoft não revelou os detalhes da sua investida nos mercados dos "países emergentes". São notícias pelas quais a gente vai ficar ansiosamente esperando.

Afinal, o que melhor para dar graça na vida do que um pouco de ansiedade?

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Tenho muita coisa pra falar sobre essa E3, mas hoje o meu tempo de escrever aqui está curto. Estou quase terminando os meus textos da próxima Nintendo World (aliás, aproveitando o gancho: não deixem de conferir, hein?). Amanhã eu posto as minhas mais impressionantes impressões sobre essa E3.

Por hora, eu digo: meu filho, um dia, quando eu o tiver, vai ter inveja de mim por eu ter vivido esse momento da história dos games. E os de vocês também.

Depois do Show – Parte III: Microsoft

Microsoft_Logo.jpgEu nunca fui muito empolgado com a Microsoft. Mas de uns tempos pra cá, há de se admitir que a empresa do Tio Bill vem crescendo extraordinariamente no ramo dos videogames, e com mérito.

Obviamente, boa parte desse crescimento se deve a um fator exclusivo do console, a Xbox Live. O sistema pode não ter os melhores jogos, nem os mais populares, mas eu particularmente nunca ouvi falar de um jogo multiplataforma que tivesse uma experiência multiplayer online melhor em outro console do que no Xbox.

E ontem foi a conferência da Microsoft, logo após a da Nintendo. Como eu disse antes, nunca fui muito empolgado com a empresa (apesar de respeitar e admirar muito a sua postura e seu modelo de negócios), portanto não tinha muitas apostas quanto à ela em sua conferência.

Entre as coisas que eu gostaria de ter visto e não vi, está um anúncio de redução de preço do Xbox 360. Eu suspeitava que a Microsoft iria fazer esse movimento para encarar a forte concorrência da Sony com o seu PlayStation 3, mas, pensando melhor, agora eu vejo pelo menos dois motivos pelos quals não seria muito esperto anunciar uma redução de preço agora: 1. O Xbox 360 já é substancialmente mais barato que o PS3; 2. O Xbox 360 ainda tem uns bons meses de exclusividade antes dos seus concorrentes chegarem às lojas.

Outra coisa que constava na minha lista era o anúncio de "uma segunda leva de jogos com pelo menos 5 títulos de peso, a serem lançados na época de Ação de Graças". Sinceramente, eu não sei quais são considerados "títulos de peso" pela galera que curte Xbox 360, mas o anúncio de um GTA completamente novo (GTA IV) e com conteúdo disponível periodicamente na Live Marketplace (serviço de distribuição digital da Microsoft) com certeza é algo a se temer pela concorrência. Fora o primeiro trailer de divulgação do aguardadíssimo tal de Halo 3 e as coisas maravilhosas que eu ouvi falarem por aí do Gears of War. Ou seja, o Xbox 360 não está mal servido de killer-apps.

O terceiro item da lista era "Novidades em relação a downloads de jogos clássicos na Xbox Live Arcade". E, apesar de ser uma aposta segura, parece que eu estava certo (direto do FinalBoss):

A Xbox Live Arcade contará com uma série de adições interessantes de clássicos dos arcades, como Pac-Man, Contra, Frogger, Galaga, Sonic, Defender, Street Fighter II Hyper Fighting, Time Pilot, Ultra Mortal Kombat 3, Scramble, Dig Dug, New Rally-X, Ms. Pac-Man e Paperboy. Parcerias com desenvolvedoras como a Midway, Namco, Konami e Sega (''liderando nossa parceria com meus velhos amigos da Sega'', diz Moore) trarão mais jogos para a rede digital do 360…

E para fechar a minha (minúscula) wishlist, eu pedia o anúncio oficial da câmera de vídeo do Xbox. Ela estava lá, junto com um volante com force feedback para os jogos de corrida e um headset, ambos wireless. Devo admitir que era outra aposta fácil de ganhar.

No entanto, a maior supresa e a novidade mais bem-vinda para nós brasileiros é o anúncio da expansão do Xbox 360 para países onde ele ainda não existe oficialmente, incluindo o nosso Brasil-il-il. Isso significa que estamos, mais do que nunca, prestes a presenciar o tal do "espetáculo do crescimento", ao menos da indústria dos games, no nosso país. Como eu disse, nunca fui fã do Xbox 360, mas agora até deu uma vontade de comprar um quando ele for lançado oficialmente por esses bandas. Só para fazer a minha parte em mostrar que o Brasil é um mercado muitíssimo valioso, de modo que em pouco tempo nós venhamos a fazer parte em definitivo do mapa dos games.

A conferência da Microsoft acabou sendo, de fato, melhor do que eu esperava.

Depois do Show – Parte II: Nintendo

Nintendo LogoOntem eu tive, pela primeira vez na vida, paciência para enfren- tar uma transmissão via streaming. Não tem nada que consiga me deixar mais irritado do que streaming em Windows Media Movie, mas foi por uma boa causa. Eu não podia perder a conferência da Nintendo por nada nesse mundo.

Graças ao já difamado streaming eu perdi a abertura do show, a parte em que Miyamoto em pessoa aparece vestido de maestro e com a sua "freestyle batuta" (o próprio controle do Wii) em mãos para conduzir uma orquestra virtual ao som da trilha clássica de Zelda. Mas não faz mal, o resto do show eu pude acompanhar quase que por inteiro.

Das coisas que eu esperava que acontecessem, algumas aconteceram e outras não. O nome final do console era o primeiro item da lista e, como todo mundo já sabe, eu nem precisei esperar até a E3 para saber; O segundo item era o anúncio da data de lançamento e do preço, que não foram revelados ainda. E pela primeira vez eu estou achando que vai ser mais de 199 dólares; O próximo item era "demonstração prática da interface do console e do seu uso da Nintendo Wi-Fi Connection, além de formas de conexão entre o Revolution e o Nintendo DS". Bom, em essência, nada disso foi mostrado. Mas a compensação veio com o anúncio do WiiConnect24 (falo mais sobre ele abaixo); A seguir eu pedia a revelação do controle Shell e uma demonstração detalhada da jogabilidade do novo Zelda no Wii. A Nintendo atendeu aos meus pedidos praticamente como se os tivesse ouvido; O próximo "pedido" era uma série de jogos em versões jogáveis na feira. Aparentemente, o único que escapou da lista foi o Super Smash Bros Wii, que não deu nem sinal de vida, apesar de ser um dos mais esperados (e aparentemente confirmados) da Nintendo; Os meus desejos de anúncios de um novo Super Mario e um novo Animal Crossing foram atendidos pela metade: Super Mario Galaxy foi anunciado, mas nada de Animal Crossing; E para terminar eu tinha pedido que anunciassem Pokémon Diamond & Pearl para o DS e Pilotwings para o Wii. Esses anúncios não vieram, apesar de todo mundo ter visto o famoso teco-teco vermelho do Pilotwings para SNES voar nos primeiros minutos da conferência da Nintendo. Vamos torcer!

Mas agora vamos aos destaques referentes ao Wii da apresentação Nintendística de ontem, logo após o link!

Continue lendo ‘Depois do Show – Parte II: Nintendo’

Depois do Show – Parte I: Sony

Como manda a cartilha do blogueiro gamer, eu há alguns posts atrás publiquei a minha lista com o que eu gostaria de ver acontecendo nessa E3. Tinha uma seção para a Microsoft, outra para a Sony e outra para a Nintendo. Não era uma lista de coisas que eu achava que iriam acontecer, como a maioria das pessoas têm feito. Era mais uma wishlist. O objetivo final da brincadeira era esperar até a E3 chegar e ver se o que eu queria realmente teria acontecido. E como a conferência da Sony foi a primeira dentre as três, hoje é dia de falar sobre o que aconteceu com ela.

Ou seria, se a partir de agora eu não a odiasse tanto.

Um dos itens da minha lista era algo como "apresentem um controle decente", fazendo alusão ao controle-protótipo que eles mostraram na E3 do ano passado e que, apesar de original e de acordo com as linhas de design do console em si, parecia muito com uma mistura bizarra entre um bumerangue e uma banana metálica. Qual não foi a minha surpresa ao entrar agora há pouco no UOL Jogos e me deparar com esta foto em uma nota que dizia "DualSock sem fio será controle padrão no PS3":

controleps3.jpg

A revolta já pairava sobre a minha cabeça, que pensava "Meu, como a Sony é idiota. Os fanboys dela não gostam da única coisa meramente criativa (apesar de feia) que a empresa faz, e ela simplesmente volta atrás, dando aos jogadores exatamente o que eles querem, sem inovar em nada!" Mas até então eu só estava achando patético e digno de pena. Mas então, só pra confirmar, eu vou no GameSpot, onde eu sei que tem uma cobertura detalhada de todos os eventos da E3. Assim que leio o título, o sentimento já não é de revolta. É de ódio, desprezo, raiva… e revolta. Saca só:

[UPDATE 32] Final PS3 controller looks like DualShock, has motion-sensing capabilities. ([Atualização 32] Controle final do PS3 parece com o DualShock, possui capacidade de captura de movimentos.)

E a seguir, dentro do texto (traduzido):

(…) Ele então levanta o controle final do PS3. É um DualShock prateado com um pequeno botão preto no meio com o clássico logo PlayStation. Ele pede a Harrison que demonstre o que o controle pode fazer. Um demo mostra uma caixa, pulando. Ela se quebra e revela que havia um controle de PS3 dentro. Ele levanta o controle em sua mão, e o controle na tela levanta-se. Sem necessidade de nenhum sensor externo, ele pode mover o controle em seus graus de movimento.

Só duas palavras, Sony: "Que vergonha."

Mais três: "Eu te odeio."

Se a minha situação financeira melhorar, eu vou comprar um PS3. Tem jogos, BONS JOGOS, que só dá pra jogar nessa máquina. Pelo simples motivo de que eles só existem nessa máquina. Mas nada nesse mundo vai mudar o que eu sinto por essa empresa cretina e estúpida que é a Sony. Eles não têm um pingo de vergonha na cara!

Sinceramente, eu não teria coragem de subir no palco e apresentar um demo técnico que diz simplesmente uma coisa: "Nosso controle faz a mesma coisa que o da Nintendo, porque a gente pagou um pau pra idéia dela e tivemos uma grande idéia: 'Ei, vamos copiar!'"

Esse blog tem como principal objetivo servir de vitrine para o meu trabalho (e isso inclui gramática, ortografia E opinião). Por isso eu sempre tentei alcançar um padrão jornalístico-informativo-opinativo que pudesse ser publicado em algum veículo. Mas agora foda-se. Jornalistas não demonstram ódio ou parcialidade. Um jornalista de games não pode afirmar que odeia esta ou aquela empresa, ou ele perde credibilidade. Mas nesse exato momento, sentado nessa cadeira e digitando nesse teclado, eu sou um reles blogueiro com uma média de nem 100 visitas diárias, quando muito. Então foda-se a cartilha jornalística, a minha opinião é essa: Sony, vá tomar no cu.

Fony
E eu que pensava que essa imagem não passava de uma brincadeira…

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