Arquivo para Maio, 2006



Um Duplo Pré-E3 com fritas, por favor.

Bom, finalmente chegou. A semana da E3. A partir de hoje, o movimento de notícias nos sites de games vai ser insano. Intenso. Quase inimaginável. Blogs fervilhando de posts sobre o que as pessoas viram e jogaram e testaram e babaram na feira. Eu fico puto por não ter a oportunidade de ir, mas ao mesmo tempo agradeço a Deus por ter colocado a idéia da Internet na cabeça de alguns iluminados há alguns anos. Graças a ela, nós poderemos virtualmente saber de tudo que rolar lá.

Agora vamos à duas pequenas notas, já que tem muita coisa pra falar e pouco tempo pra escrever tudo.

1. Xbox Live Arcade vs Nintendo Virtual Console

Todo mundo já ouviu falar do serviço que a Nintendo vai oferecer aos jogadores com o Wii, o Virtual Console, pelo qual será possível baixar a grande maioria dos jogos clássicos de todas as plataformas anteriores da Nintendo, do NES ao Nintendo 64, além de clássicos de então adversários, como Mega Drive e TurboGrafx-16. Bem, a Microsoft tem um serviço similar em mãos, chamado Xbox Live Arcade, onde as pessoas podem baixar jogos casuais (como aqueles bobinhos que você tem no seu MSN) para jogar direto do HD do console, e andei ouvindo por aí que um dos trunfos da empresa na sua conferência de amanhã vai ser um investimento maciço nesse serviço, a fim de entupi-lo de jogos para tentar ofuscar o serviço da concorrente. Será que é verdade? Amanhã saberemos.

2. Frase do dia

Essa vem da IGN:

"Before New Super Mario Bros. entered my life, Yoshi's Island was, to me, the greatest platformer ever created. That title may now have to go to New Super Mario Bros."

Traduzindo:

"Antes do New Super Mario Bros. entrar na minha vida, Yoshi's Island era, pra mim, o melhor jogo de plataforma já criado. O título agora vai ter que ser do New Super Mario Bros."

Eu simplesmente deixei o meu queixo cair quando li isso. Porque, pra mim, o Yoshi's Island sempre foi insuperável no gênero. E, olha, eu estava esperando muito mesmo desse New Super Mario, mas nunca sequer me passou pela cabeça que ele pudesse superar o insuperável Yoshi's Island. Nunca. Agora eu preciso jogar esse jogo o quanto antes.

O pior da história é que eu tô aqui, suando, poupando cada centavinho pra comprar um PlayStation 2 e jogar a pá de jogos que eu não posso morrer sem jogar. Aí me vem alguém dizendo que o NSMB é melhor que o Yoshi's Island e me faz pensar seriamente em demorar mais pra juntar toda essa grana! O que eu faço, meu Deus?

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E logo mais é a conferência da Sony, hein? Ouvi dizer que o GameTrailers.com vai estar transmitindo as conferências de graça em streaming. Cola lá e vamos ver o que acontece! Caso a sua internet seja muito fraca pra te mostrar qualquer coisa além de texto e imagens estáticas, o FinalBoss, o UOL Jogos e o GameSpot são alguns dos sites que vão estar fazendo coberturas especialíssimas da feira.

Happy E3!

Guitar Hero II – Let’s rrrock again!

Guitar Hero 2 LogoBom, com o sucesso de Guitar Hero[bb], não era preciso ser nenhuma Mãe Dinah pra adivinhar que a RedOctane não demoraria nada para lançar uma sequência. Eu não sei quanto a vocês, mas a minha reação-padrão quando eu fico sabendo de uma continuação para algum game badalado não é necessariamente a de soltar fogos de artifício. Meio pelo contrário, até. Mas com Guitar Hero é diferente.

O (já clássico) game de tocar rrrrrrrrock dá a impressão de já ter sido lançado com uma continuação em mente. Na minha opinião, talvez ele devesse ser chamado de Guitar Hero Beta 0.5. Ele é como um serviço do Google (comparação nerd!): mesmo sendo lançado de maneira não-acabada, já arrebenta a concorrência e faz os usuários ficarem imaginando que funções malucas ainda vão ser acrescentadas quando finalmente “ficar pronto”. Guitar Hero é mais ou menos assim, concordam? Você vai lá, toca as músicas, termina o game algumas vezes e já começa a pensar coisas como “podia ter mais guitarras, né?”, “poxa, alguns personagenzinhos a mais não fariam mal…” ou “esses modos de jogo são do caralho, mas bem que podia ter um ou dois a mais, pra arrebentar de vez”. Em nenhum momento o jogo deixa de te divertir por causa disso, ele simplesmente passa a sensação de ter um potencial muito maior a ser explorado.

RedOctane LogoMas ao contrário dos produtos do Google, que ficam eternamente em versões beta (GMail e Orkut, estou olhando pra vocês), a versão completa, turbinada e definitiva do game da RedOctane (a produtora com o logo mais bacana do mundo, confira ao lado) está saindo do forno: Guitar Hero 1.0 — ops, Guitar Hero 2 –, foi anunciado esta semana e estará em todo o seu esplendor roqueiro na E3 daqui a 5 dias (OMG, só mais 5 dias!!!).

Quem quiser saber as novidades do jogo, infelizmente terá que fazer o esforço descomunal de clicar no link a seguir: Continue lendo ‘Guitar Hero II – Let’s rrrock again!’

Novidade no 16-BIT: Glossário Gamer

Minha namorada lê esse blog e vive me perguntando "o que é isso?" e o "o que significa aquilo?". Para ajudar a ela e a sabe-se-lá-mais-quem que vê algum termo aqui e não sabe o que significa, eu criei a primeira exclusividade do 16-BIT: o Glossário Gamer!

Tá, o nome é meio tosco, eu sei. Mas o que importa é o que tem dentro. Isso eu espero que não seja tosco. Já tem algumas palavras lá (a maioria dela retirada dos posts daqui), mas é claro que a maioria delas ainda está por vir. À medida que eu for postando, vou colocando lá os termos que eu for usando nos textos.

É claro que eu posso me esquecer de alguma coisa, ou mesmo nem perceber que seria uma boa palavra para incluir lá. E é aí que você entra. Ao fim de cada post eu vou colocar uma linha com as palavras daquele post que foram incluídas no glossário. Se você sentir que eu deveria ter incluído alguma e esqueci, não deixe de comentar a respeito!

E o mais importante: se eu escrevi alguma bobagem nas explicações… me avisem! Eu não sou o cara mais técnico do mundo e fiz esse glossário apenas pra ajudar as (poucas) pessoas desafortunadas o suficiente para saber menos do que eu. Então, erros podem ter ocorrido. Mas eu espero que não muitos. :P

Pra terminar, obrigado a todos vocês que visitam e comentam. O apoio é fundamental, mesmo quando a opinião é contrária (né, Puma88?). E, para aqueles que visitam e não comentam, muito obrigado também! Afinal, nem todo mundo gosta de se fazer ouvir.

Mas agora dêem uma olhada naquele Glossário, porque aquilo deu trabalho pra ca%$@*!

Taikodom e o Conceito de Sociedade

Taikodom LogoEu lembro da minha reação quando eu fiquei sabendo do jogo Taikodom, da empresa catarinense Hoplon Infotainment, e de todo o seu conceito de "Massive Social Game": "Grande idéia! Um jogo online onde essa chatice de ficar o tempo todo subindo de level não é importante!"

Não que o esquema tradicional dos MMORPGs de subir level, seja a coisa mais maçante do mundo, mas qualquer um que tenha jogado Ragnarök Online (ou qualquer outro do tipo) por algum tempo sabe que isso pode muito bem dar no saco, sim. O que me encantou no Taikodom foram as possibilidades de socialização, objetivos livres, classes diferentes sem nenhum foco em combate (como Jornalistas, por exemplo), interação entre os jogadores para conquista de objetivos mútuos… Essa coisa de sociedade, mesmo.

Eu nunca consegui jogar Taikodom, exceto alguns minutinhos na EGS do ano passado. Meu computador precisa de sérios upgrades antes que eu possa jogar qualquer coisa mais pesada do que Ragnarök. Mas só o que eu li a respeito já foi suficiente pra manter viva em mim a vontade de jogar assim que possível.

E você, o que acha dessa história de MMOGs, MSGs e MMORPGs? Gostam do esquema hack-n'-slash descompromissado ou preferem algo mais social, mais envolvente? Jogam algum jogo online massivo? Qual?

Essa é uma área na qual eu tenho muita curiosidade.

TOP 5: Razões para eu botar fé na NIBRIS

NIBRIS LogoQuase no fim do ano passado, as pessoas que costumam visitar sites de games e se informar sobre o assunto tiveram um tópico a mais para debater. Aparecia — praticamente do nada — uma nova produtora de games, chamada Nibris, fazendo um barulho considerável.

Enquanto que inicialmente ela foi notada mais pela sua declaração "cabeça-dura" de que só faria games para as plataformas da Nintendo, hoje muitos olham com atenção redobrada para os passos dessa desconhecida empresa fincada em algum confim da Polônia. E algumas das razões pelas quais eu presto atenção na Nibris vão formar, agora, a primeiríssima lista do 16-BIT. Continue lendo ‘TOP 5: Razões para eu botar fé na NIBRIS’

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