Arquivo de maio \31\UTC 2006

Fabio is Missing

Capa da Nintendo World #96Esse blog começou muito bem, com posts diários por umas duas semanas. Mas, por mais que o início desse blog não tenha sido há tanto tempo atrás, naquele tempo eu estava bem mais tranquilo em relação a horários. Tinha um emprego na parte da tarde (que ainda tenho, por sinal) e as manhãs livres. Hoje eu tenho bem menos manhãs livres do que tinha naquele tempo, já que o pessoal da Nintendo World finalmente me "descobriu" e está passando coisas para mim com uma frequência constante. Agora mesmo eu tenho uma matéria sobre o Wii para planejar e escrever (vocês vão lê-la na edição 97 ou 98, eu acho), e essa vai dar trabalho.

Mas eu quero dizer pra todo mundo que a minha intenção não é a de largar esse blog. Eu gosto muito dele, e mesmo que tenha de postar apenas uma vez por semana, vou continuar postando. E isso pode vir a acontecer, já que um emprego em tempo integral é uma coisa que eu procuro.

Isso abre espaço para eu falar de RSS. Vocês sabem o que é? Vocês usam? Seria uma boa que o maior número de pessoas utilizassem os feeds de RSS para saber se eu atualizei o blog ou não, assim vocês se poupam de entrar aqui, esperando um post novo, e não encontrarem nada. Se vocês tiverem dúvidas sobre esse lance, postem aí que eu dou um help.

E já que eu tô escrevendo na NW e nunca vendi o meu peixe, lá vai: na edição desse mês (deve chegar nas bancas essa semana, se é que já não chegou) tem bastante coisa minha. Muitas coisas são texto não assinado, que eu escrevo em nome da revista e, sei lá, prefiro que ninguém saiba que fui eu que escrevi. Por exemplo, seis dos textos de jogos de DS da E3 fui eu que fiz. Nenhum deles tá assinado, mas eu escrevi. Se quiserem, tentem adivinhar quais, vai ser divertido! 😉

A seção ComuNidade é a que eu mais escrevo. Quase sempre tem coisa minha lá, nem que seja um quadrinho. Nem sempre assinado, também. Mas esse mês tem bastante coisa. Uma delas é a entrevista com o "famoso" Xoc, um músico americano que fez um CD tributo à trilha sonora do Super Mario World. Essa entrevista foi bem legal, o cara é muito bacana e tal. Por problemas de falta de espaço na revista, a entrevisa não foi na íntegra, então eu vou negociar lá com o editor da NW pra ver se eu posso colocar a entrevista na íntegra aqui no 16-BIT. Acho que não vai ter problema. A outra coisa é uma matéria chamada Um Mundo Feito de Mario (que eu mandei pra eles com o título de "O Mundo de Mario World", mas eles trocaram. hehehe…), onde eu escrevi várias coisas que os fãs fazem para declarar o seu amor ao primeiro jogo do Mario para o Super Nintendo. Essa não tá assinada (na verdade a entrevisa com o Xoc nada mais é do que um quadrinho dessa matéria), mas eu faço questão que as pessoas saibam que fui eu que fiz. Fiquei orgulhoso dela.

E é isso. Só pra vocês não ficarem com muita saudade de mim! Até o próximo post!

Mais Sam & Max!

Sam & Max de volta!O último post era pra ser, na verdade, o que eu espero que esse aqui venha a ser daqui a algumas linhas. A minha intenção com o post anterior era simplesmente noticiar o anúncio de mais um game de Sam & Max, que aconteceu na E3 2006, mas eu me empolguei tanto com o jogo anterior que acabou saindo um mini-review, vejam só vocês.

Por isso que eu volto a tocar no assunto nesse post. O coelho e o cachorro favoritos dos fãs de adventures estão de volta — ou pelo menos vão estar, em breve. Eu colocaria o trailer aqui mesmo na página, mas parece que o WordPress não é muito amigo do YouTube, e talvez essa seja a razão pela qual eu não esteja conseguindo. Então, assista ao trailer no próprio YouTube.

Não sei quanto a vocês, mas já fico feliz só de ouvir a voz desses dois carinhas. Simplesmente não dá pra saber qual dos dois é mais engraçado, embora dê para saber com uma relativa facilidade qual dos dois é o mais engravatado. (Tu-dum, psh!)

Infelizmente, eu tenho algumas preocupações com esse game. Primeiro, que não inventem de desvirtuar a série com uma jogabilidade que não seja o clássico esquema point-and-click. Segundo, que mantenham as legendas. Terceiro, que mantenham os mini-games. Se seguirem esses três "pedidos" meus, eu não terei nada do que reclamar.

Procurando o trailer no YouTube, eu acabei descobrindo que existem vários episódios de uma série de desenho animado da dupla. É só entrar lá e procurar por "Sam & Max" (ou, claro, clicar no link da primeira frase deste parágrafo). Devem ser muito bons, mas eu só vou conseguir descobrir com certeza quando a minha conexão banda larga consultar um psiquiatra para ajudá-la a deixar de acreditar que é uma 28k.

Sam & Max – Hit The Road

CapaEra uma vez um mundo em que coisas como “sincronia labial” ainda eram desimportantes para o sucesso de um game. Na verdade, era o mesmo mundo em que hoje nós vivemos, mas antes dos valores terem sido invertidos. Ah, bem, deixa pra lá.

O caso é que nesse mundo foi criado um dos melhores jogos que um ser humano com um bom senso de humor pode querer jogar: Sam & Max – Hit The Road (LucasArts, 1993). Inteligente, desafiador e estratosfericamente engraçado, o game é — ao lado de clássicos absolutos como Full Throttle e Day of the Tentacle — um dos melhores representantes do moribundo gênero adventure.

Explicando genericamente, não há absolutamente nada demais no jogo. Você clica em um lugar e Sam vai andando até lá, com Max podendo segui-lo ou não. Você escolhe uma ação como “falar”, clica em um NPC e voilá, um diálogo se inicia. E assim por diante, com todas as outras ações disponíveis. Mas esse jogo não merece uma explicação genérica.

Ele merece que eu fale o quão incrivelmente perfeitos são os trabalhos de vozes do jogo. Ele merece que eu explique detalhadamente que, apesar de ser uma dupla de detetives particulares, Sam e Max são, respectivamente, um cachorro (que veste um terno com uma gravata listrada azul e preta, anda descalço e adora falar complicado) e um coelho (que é fofo por fora mas sanguinário por dentro, nunca perdendo a oportunidade de espancar, xingar e cometer outros atos de violência gratuita e cômica, além de não vestir roupa alguma e todos lidarem normalmente com este fato). E merece que eu explique, sobretudo, que é o jogo com o humor mais ácido e genuinamente engraçado desde… desde… desde quase sempre. Quase como uma mistura entre a genialidade de Douglas Adams, o humor de Conker’s Bad Fur Day e a insanidade dos melhores desenhos do Adult Swim.

Screen

Ah, falando assim nem parece tão engraçado… Pra entender, tem que jogar.

“Mamma mia!”

Mini-MarioEsses dias eu tava passeando por aí na internet e achei esse videozinho curto, não-engraçado, mas absolutamente curioso. Ou vocês nunca tiveram curiosidade em saber de onde vem a voz do Mario? "It's-a me, the dublador!"

Vídeo aqui. (Botão direito e "Salvar link como…" para download.)

E com isso eu distraio vocês enquanto preparo o maior post da (breve) história do 16-BIT. Coisa boa, eu prometo.

Nintendo Coração Apple

Todo mundo vem elogiando (alguns criticando) o design do Wii e do DS Lite por serem muito similares — vulgo "inspirados" — ao dos produtos da Apple (fabricante do iPod). Mas será que é de hoje essa "inspiração"?

 

Apple + Nintendo

Preview Top10: Melhores games de DS presentes na E3

Ok, a E3 teve notícias boas pra todo mundo, mas eu acho que nenhum tipo de jogador foi tão beneficiado quanto o grupo "passei a vida toda jogando Nintendo e agora tenho um DS". Grupo ao qual eu, orgulhosamente, pertenço.

As sequências, remakes e títulos inéditos do portátil que afirma que tocar é legal fazem qualquer um se sentir orgulhoso de ter comprado um. É o que se pode chamar facilmente de dinheiro bem gasto.

Aproveitando que tem pelo menos uma dezena de títulos que me fizeram ficar de boca aberta olhando para o monitor quando eu fiquei sabendo que iam ser lançados, eu aproveito para fazer não apenas um preview múltiplo ou uma lista, mas um Preview-Top10. Preview e lista ao mesmo tempo. Então vamos aos previews dos 10 jogos de DS mais esperados por esse humilde jogador. Depois do link: Continue lendo ‘Preview Top10: Melhores games de DS presentes na E3’

Vácuo Pós-E3

E3 acabando.Pois é. O evento que me fez ficar meses e me- ses ansioso já passou. E agora, vou esperar o quê? Alguém me dê uma data, por favor! 😛

Bom, brincadeiras à parte, uma coisa é certa: agora a vida dos gamers passou a ter um pouco menos de "graça". Toda aquela expectativa e ansiedade pelas esperadas respostas à todas as nossas perguntas, para aquele trailer que a gente queria logo ver, para aquela novidade que a gente queria logo saber como era… tudo isso passou.

Vendo a coisa por esse lado, é até bom que as empresas não revelem 100% do que a gente quer saber na E3. Assim como a Nintendo não revelou o preço e a data de lançamento do Wii e a Microsoft não revelou os detalhes da sua investida nos mercados dos "países emergentes". São notícias pelas quais a gente vai ficar ansiosamente esperando.

Afinal, o que melhor para dar graça na vida do que um pouco de ansiedade?

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Tenho muita coisa pra falar sobre essa E3, mas hoje o meu tempo de escrever aqui está curto. Estou quase terminando os meus textos da próxima Nintendo World (aliás, aproveitando o gancho: não deixem de conferir, hein?). Amanhã eu posto as minhas mais impressionantes impressões sobre essa E3.

Por hora, eu digo: meu filho, um dia, quando eu o tiver, vai ter inveja de mim por eu ter vivido esse momento da história dos games. E os de vocês também.


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