Arquivo para agosto \31\UTC 2006

Sinal dos Tempos

DoA Extreme BoobsÉ o seguinte. Eu estou na pressa, com uma quantidade de coisas pra fazer, mas não posso deixar de registrar essa notícia… incrível.

Marca de biquíni é novidade em “Dead or Alive Xtreme 2” (X360)

A TeamNinja, grupo interno de desenvolvimento da produtora Tecmo, anunciou que as garotas de “Dead or Alive Xtreme 2” ficarão queimadas de sol, mostrando marcas de biquíni ao trocar de modelito.

(…)

Além de trazer vários modelos de trajes de banho, com o tempo, a pele das lutadoras ficará mais escura, marcando o formato dos biquínis e maiôs. Isso ficará evidente quando o jogador trocar seus trajes.

Fonte: UOL Jogos

Putz. Tá, eu sei que todo mundo gosta de ver mulher bonita, mas será que esses caras não estão exagerando? O “simulador de gravidade aplicada a peitos mentirosamente grandes” já era conhecido por suas utilíssimas opções, como um modo onde as personagens só ficam lá, paradas, e você pode fotografá-las à vontade — sem absolutamente nenhum objetivo, que fique claro –, e agora isso?

Já que eu estou no meu blog, vou dar a minha opinião: a própria existência desse (tosco) spin-off do (bom) Dead or Alive é dispensável. Um jogo de vôlei de praia onde o menos importante é o vôlei de praia? Era pra isso que eles queriam meter tanto poderio gráfico no Xbox 360?

Quer ver peitos? Atrás daquela divisória na locadora de vídeo perto da sua casa tem um monte.

Sei lá, eu devo ser muito careta.

Star Fox no Comando

Star Fox BoxAcabei de pôr as mãos no novíssimo Star Fox Command, pro DS. Só joguei as primeiras partes do treino, para aprender os comandos. O que dá pra dizer por enquanto é que os gráficos estão bem simplinhos (novamente, pode ser pelo fato de eu só ter jogado as fases-treino), mas a jogabilidade é a dona da festa. Assim como em Metroid Prime: Hunters, jogar com a Stylus faz toda a diferença.

Tenho que fazer o review dele pra próxima EGM Brasil, então vou levar para casa hoje e dar uma boa jogada. Amanhã eu conto mais. 🙂

ATUALIZAÇÃO:
Então… Joguei o tal do Star Fox Command. Joguei bastante, na verdade. Terminei o jogo uma vez e faltou uma ou duas fases para terminar pela segunda vez. Testei o modo multiplayer e também o online. E agora dá pra dizer: o game é tão bom quanto não é.

Confuso? Sim, mas essa é a intenção. O fato é que o game é bom (conforme eu escrevi no review da próxima EGM Brasil e provavelmente na Nintendo World 100), mas não faz jus aos clássicos Star Fox e Star Fox 64. Principalmente pelo fato das fases não serem mais lineares. Na hora do combate você é jogado em um campo, podendo voar pra onde quiser. Isso seria bom, se a área não fosse pequena (quando chega nos limites a nave volta sozinha) e completamente desinteressante. Na maioria dos cenários não tem nenhuma montanha, ponte, cânion, vale ou nada. É só um espaço aberto com alguns inimigos para destruir. Isso é bem decepcionante, no começo. E no fim também.

O outro grande ponto negativo do jogo (pra mim, ele só tem mesmo esses dois) é o fato do time estar sempre separado. Era muito legal a sensação que se tinha nos games anteriores (os bons, não os de GameCube) de voar em grupo, um ajudando o outro. Por mais irritante que fosse ter que ajudar o Slippy a cada vez que ele pedia socorro pelo rádio (e quem jogou sabe que isso era mais frequente do que um ser humano poderia aguentar sorrindo), no fundo era muito legal ser o líder do grupo, aquele que sempre salvava a pele dos outros — e que era responsável pelas suas quedas, quando aconteciam. Em Command não é assim. Se um garoto que nunca jogou Star Fox na vida pegar esse jogo, o Fox McCloud não vai ser nada mais do que “o carinha que mais fala nas partes de história” o “o carinha que tem a nave com mais barra de manobra”. Triste.

Mas de ruim é isso aí. As partes boas também existem, e são muitas. Para começar, temos uma besteirinha que não interfere no jogo de modo algum, mas que eu achei do caralho. Em um determinado menu das opções, tem uma função que deixa o jogador gravar a própria voz. E ela é usada como base para as “vozes” (que são apenas barulhos, como os usados em Animal Crossing) dos outros personagens. Bem inútil, mas muito criativo e divertido.

Outra coisa legal é a história. O jogo é curtinho (dá pra terminar em poucas horinhas), mas a partir da segunda vez que você for terminar, o jogo te dá opções diversas a cada fase terminada, para que se possa dar muitos rumos diferentes para a história. Ou seja, você vai querer terminá-lo umas 10 vezes, mesmo com as missões repetitivas.

E por falar em missões, a maioria é mesmo repetitiva, como matar um determinado número de inimigos de um determinado tipo, antes que acabe o tempo, mas as missões de interceptar mísseis (já vou falar mais sobre isso) são um xodó. Funciona simples assim: você tem que perseguir um míssil e acabar com ele, mas para isso você precisa passar por dentro de determinadas áreas do céu. Mais ou menos como as argolas do Pilotwings, manja? Se você não tiver o reflexo suficiente para passar por dentro de uma delas, já era. A nave perde força no motor e você não alcança mais o míssil. Caso você consiga, quando chegar perto do bendito você ainda vai ter que se preocupar em atirar no danado para destruí-lo. E isso se torna ainda mais desafiador quando se está usando um personagem sem a função “lock” (que trava a mira em um inimigo), como o Slippy. Demais.

Mas a melhor de todas as coisas boas é praticamente o que define o jogo, além de contribuir para torná-lo bem diferenciado dos demais episódios da série: os elementos de estratégia por turnos. Sempre ao iniciar uma missão, os membros disponíveis do Star Fox (e eventualmente alguns outros) estarão ao redor da Great Fox, a nave-mãe do time. E isso será mostrado em um mapa bem simples, na tela de toque. Ao início do turno do jogador, você arrasta as naves, traçando rotas que elas percorrerão assim que a rodada for iniciada de fato. Se for o caso, pode-se usar a Great Fox para atirar mísseis em inimigos que estiverem vulneráveis. Quando você der dois cliques na tela, o turno inicia e as naves andam pelas rotas designadas. Mas os inimigos também andam, e se a rota de uma das suas naves se encontrar com alguma rota de nave (ou míssil) inimiga, o combate se inicia. A missão, ou seja, a fase, só acaba quando você derrotar todos os inimigos do mapa. Um esquema muito legal, que dá uma variedade e imprevisibilidade únicas às batalhas.

O interessante é que esse esquema foi claramente reutilizado do finado Star Fox 2, que foi terminado mas nunca foi lançado. Ninguém sabe por que, mas a Nintendo simplesmente não lançou um jogo que estava praticamente pronto. Ainda bem que hoje temos a internet, e com ela as roms e emuladores que permitiram que os curiosos descobrissem como era o jogo. E ele tinha esse esquema por turnos.

Enfim… (Que merda, eu sempre começo a conclusão com “enfim…”) Star Fox Command é um puta jogo bom, de verdade. Mas não entra pro legado da raposa estelar. Que venha o Wii. Ou um Command 2 pro DS.
Veja umas imagens do jogo…

What’s my AGE again?

Esse já é o terceiro ou quart texto que eu escrevo sobre o AGE — sem contar os da cobertura no Gameworld –, mas, de longe, é o que eu mais queria escrever. Não que eu não tenha tido vontade de escrever os outros, claro. É que aqui é o meu blog, meu espaço, posso escrever sobre o que eu quiser e é assim que eu gosto. Escrever aqui é quase como chegar em casa, entrar no quarto, jogar os sapatos pra um canto e se atirar na cama. Viu? Eu não poderia usar uma frase como essa em outro lugar que não aqui.

Mas, enfim, o AGE. Arena Gamer Experience. Sim, o mesmo do post passado. A primeira edição de um evento que, segundo a organizadora, já tem planejamento para acontecer nos próximos 15 anos. Vamos só ver.

Foi a primeira vez que eu trabalhei em um evento, como expositor. E, logo de cara, tive a oportunidade de trabalhar com a equipe da Futuro Comunicação (claro, eu trabalho lá, oras), que me ensinou como se faz um estande do caralho.

Continue lendo…

AGE, meu!

Ó, vou ter que ser rápido, então vou resumir o que já falei em duas frases: O AGE está bem legal. Se puder, venha!

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