Arquivo para novembro \28\UTC 2006

Entre cartéis e sensores de movimento

mariobravo.gifE a polêmica do Wii mega-caro aqui no Brasil, hein? Eu tô tentando não comentar, não entrar nessa história, até porque não entendo (e nem quero entender, por enquanto) patavinas desse mundo à parte chamado “negócios”; mas quando eu vi esse site, não pude deixar de comentar comigo mesmo: “Ish, a coisa tá ficando feia.”

http://www.precojustonintendo.org/

E qual é a de vocês nessa história toda?

[ATUALIZAÇÃO:] O Vinícius Silva, do blog OitoBits (aliás, belo nome, hein?), complementou esse meu post com um dado que eu não conhecia — e era mais feliz sem conhecer: a Wikipedia tem uma tabela com o preço de lançamento oficial do Wii ao redor do mundo, cada um com o seu equivalente em dólares. A parte “curiosa” da coisa é: sem contar o Brasil, o país onde o Wii custa mais caro é o Chile, onde o console custa o equivalente a U$495,00. Sabe qual o equivalente em dólares do preço brasileiro? Mil, cento e vinte e quatro dólares.

U$1.124,00

Se alguém chegasse pra qualquer pessoa fora do Brasil e dissesse “Ei, eu paguei U$1.124 no meu Wii”, sabe o que ela diria? “LOL!

Eu não sei vocês, mas eu fico com vergonha.
a

6 Hits Combo! Marvelous!

Ufa! Caramba, nem quando eu estava empregado eu tive uma semana tão corrida quanto essa que passou. Wii chegando, matérias, reviews, VGL, freelas, colaborações diversas… Foi definitivamente uma semana e tanto, profisionalmente falando. Resultados? Vamos a eles:

  • Review: Yoshi’s Island DS (NDS – EGM Brasil #59);
  • Review: Elite Beat Agents (NDS – EGM Brasil #59);
  • Review: Yoshi’s Island DS (NDS – Nintendo World #102);
  • Uma matéria comparativa sobre o Wii e o PS3, esmiuçando cada detalhe das novas máquinas (Wii – EGM Brasil #59 [Eu escrevi só a parte do Wii; as páginas do PS3 ficaram a cargo do meu grande amigo {e possível parente distante} Alexei Barros]);
  • Uma matéria curta sobre um jogo que, pra mim, foi uma grande surpresa, inesperada e agradável: ClubHouse Games (NDS – Nintendo World #102);
  • Primeiras impressões do Wii (Aqui mesmo, neste blog. 😛 );
  • Primeiras impressões do Wii Sports (Wii-Brasil);
  • Texto polêmico sobre as razões pelas quais eu acredito que o PS3 não será um sucesso (Delfos.jor.br);
  • Resenha do espetáculo Video Games Live (também no Delfos)
  • Mini-texto contando como foi o evento fechado durante o qual soubemos todos os detalhes da vinda oficial do Xbox 360 ao Brasil (Arena Magazine)

Bem… acho que isso é tudo.

E precisa mais?

Precisa.

* * *

Ao que tudo indica, já estou com o meu Wii + Zelda praticamente garantido para antes do Natal. Ia pegar um Wii Remote extra, mas em janeiro vai sair o WiiPlay, que vem com um desses de brinde e ainda tem um remake do Duck Hunt. Dá pra esperar.

* * *

Por falar em Wii (eu sei, ultimamente é só disso que eu tenho falado), hoje eu achei duas coisas no mínimo interessantes: o SWiitSpot e o WiiCade. São dois sites aparentemente normais e insuspeitos, mas que escondem um terrível segredo……… foram feitos com a navegação do Wii em mente! Oohhhh!

Não, sério agora. Esses dois sites podem não ser muito bonitos na tela do seu computador, mas eles foram projetados para serem acessados pelo Opera Browser no Wii, por isso os botões grandes e as fontes default. Sem contar a proposta. O primeiro foi o que eu achei mais legal: é simplesmente um amontoado de links para tudo que pode ser interessante. Foi pensado para aqueles momentos em que você não está fazendo nada mesmo e se pergunta “o que está rolando de legal na interwebs?”. Já o segundo está recheado de joguinhos casuais em Flash (alguns bons, outros não), só esperando para te ajudar a fazer o tempo passar mais rápido. Sim, perto de qualquer porcaria que sair para o Wii, são umas grandes perdas de tempo, mas, caramba!, são de graça. Você não vai reclamar disso, vai?

Enfim, a utilidade pode não ser assim grande coisa, mas a idéia é bacana.

* * *

Não, não vou fazer um texto sobre as primeiras impressões do Zelda: Twilight Princess e do ExciteTruck. Já virou notícia velha. De repente eu inclua a minha opinião sobre eles em algum outro texto, mas não prometo.

* * *

Não, não vou fazer um post sobre o Video Games Llive. O meu texto sobre ele vai ser publicado no Delfos em breve, aí você lê lá.

* * *

E amanhã, quem sabe, um post polêmico.

Pressa!

Já fazem dois dias que eu pude experimentar Zelda: Twilight Princess e Excite Truck, no Wii, mas até agora não consegui tirar um tempo para escrever aqui no 16-BIT as minhas impressões. E também não vai ser agora, porque já estou atrasado para o Video Games Live. Se eu fosse você, corria pra .

Dizem que “quem tem blog bom, é porque não trampa direito”. Parece que é verdade, porque o trampo não está me deixando blogar. Mas no máximo até terça eu tô de volta no ritmo normal.

Por enquanto, fiquem com a única frase que eu tive tempo de escrever a respeito do Zelda, um pensamento que eu tive enquanto controlava o Link com o Wii Remote:

“Cara… isso aqui é Zelda. Eu sinto como se estivesse começando a
jogar uma espécie de Ocarina of Time 2… Mas será que esse vai ser tão
bom quanto ele? Ou melhor? Ou, quem sabe, bem pior? Não sei… as 3
possibilidades são igualmente possíveis! Mal posso esperar para
descobrir.”

É, eu sei. Não é grande coisa.

Perdendo a Wiirgindade

Wii na mão!“I don’t friggin’ believe it!!!”

Foi com essa frase e as mãos trêmulas que eu cheguei perto do Wii pela primeira vez. Sem saber que ele iria estar lá (pelo menos não ainda), eu cheguei na redação da Futuro essa tarde pronto para jogar Yoshi’s Island DS — o qual farei review para a Nintendo World e a EGM, aguardem –, quando vi os sofás da “salinha de jogos” afastados e o Fabão se preparando para dar uma tacada no golfe do Wii Sports, enquanto o Mii dele se contorcia de maneira a acompanhar os movimentos da “versão maior”.

Pouco tempo depois deles, eu tive a minha primeira vez.

Cara, preciso de te falar. Sabe aquele controlinho do Wii, o tal do Wiimote? E aquele outro esquema que conecta nele, o Nunchaku? Sabe também aquela barrinha sensorial que tem que colocar perto da TV? Aliás, sabe o próprio console? Pois bem. É tudo muito menor, muito mais bonito e muito mais leve do que parece nas fotos e vídeos que você já deve ter visto até cansar na internet. É sério, não tô falando isso tomado pela emoção (até porque já vão fazer cinco horas que eu joguei pela última vez). Quando você pegar um na mão você vai ver.

Wiimote?
O Wiimote é mais gostoso de segurar do que (praticamente) qualquer coisa que você (talvez) já tenha segurado. A não ser que você tenha as mãos do tamanho das do Dave Grohl no clipe da Everlong, você vai sentir como se estivesse segurando algo que foi desenhado especificamente para a sua mão. Eu tinha minha dúvidas a respeito da acessibilidade do direcional e dos botões A (o da frente) e B (o gatilho de baixo) durante o jogo, mas tudo está perto o suficiente para ser alcançado sem nenhum esforço — ainda que distante o suficiente para evitar que você aperte alguma coisa sem querer. Já li também que o direcional é exatamente o mesmo usado no DS Lite. Bem, pode ser, mas eu achei ele bem mais firme. Bem melhor.

Nada que eu joguei (afinal, só joguei Wii Sports) exigia que se usasse o controle na posição NES-Style (na horizontal, como um controle de Nintendinho), mas eu fiz questão de fazer de conta que estava usando-o nessa posição, para testar a acessibilidade do botão B, já que eu sei que ele será usado em alguns jogos do Wii que exigem que se jogue desse jeito. Se não me engano, Tony Hawk’s Downhill Jam é um desses. A conclusão que eu cheguei é que o botão é tranquilamente acessível, mas você o aperta de um jeito meio estranho: ao invés de pressionar o dedo indicador em direção à palma de sua mão, como estamos acostumados a fazer desde que botões de ombro (e gatilhos) foram apresentados ao mundo pelo Super NES, você vai pressionar o botão com a ponta do dedo, para a direita, como se estivesse “cutucando” o botão. É estranho, mas nem de longe é ruim ou difícil.

Sobre o Nunchuck
Te pago uma pizza (sabor a combinar) se a primeira coisa que você disser ou pensar quando segurar o Nunchuck na mão pela primeira vez não for algo do tipo “caralho, isso aqui é leve demais!”. E é. Como é. Também pudera, não há nada ali dentro para pesar! Baterias, rumble, sensor de movimento, pointer… está tudo no Wiimote. O Nunchuck só tem mesmo a alavanca analógica e dois botões (Z e C, como você já deve estar cansado de saber). Tudo que eu disse sobre o Wiimote a respeito do sentimento de estar segurando algo que foi desenhado para se encaixar na sua mão vale em dobro para o Nunchuck. O plug que conecta ele ao Wiimote é feito de um plástico transparente muito estiloso (só eu para notar uma coisa dessas, eu acho…) e, o mais importante, fixa muitíssimo bem as duas partes.

A única reclamação (fora a ausência do rumble) é o fato da alavanca analógica não ser clicável, como as do Dual Shock. Seria um botão a mais, uma opção a mais para os desenvolvedores, e não comprometeria em nada o design ou a funcionalidade do acessório. Nem a desculpa do “ficaria mais caro” (que vale no caso do rumble) serviria aqui. Muitas pessoas já se acostumaram a realizar certas ações (como se abaixar em jogos de tiro) usando esse clique do analógico. Não sei se vai fazer falta no futuro, mas eu senti falta no presente. Mas esse é o único porém do nunchuck. Para terminar: a alavanca analógica do Nunchuck é a melhor alavanca analógica que eu já tive o prazer de movimentar com o meu dedão esquerdo. Firme, mas suave, não deixa o dedo escorregar e ainda capricha na sensibilidade. Bem melhor que as do PS2, em comparação.

Temos Sistema
O que dizer sobre o sistema? Não muito, afinal, você deve tê-lo visto oitenta e quatro vezes no YouTube. (Se não viu, veja agora, porque eu não vou descrever.) É extramemente elegante, fazendo com que a gente se sinta sofisticado só de olhar. Imagino que ligar o Wii em casa e mostrar o que ele pode fazer para algum amigo seja semelhante, em termos de sensação, a mostrar aquele iPod Nano novinho que você acabou de comprar. É moderno, bonito e elegante, como você gostaria de ser.

Mas o que eu queria falar mesmo era sobre a sensibilidade do ponteiro, já que é ele quem acessa tudo e clica em tudo. No início você vai achar que adquiriu um incurável Mal de Parkinson, mas em alguns minutos estará navegando pelos menus com a destreza de um dentista com 25 anos de experiência. O problema são esses primeiros minutos. Eu me senti um tanto enganado, afinal, o Wii deve ser amigável logo no primeiro contato, não? Outra coisa que eu notei nos primeiros segundos e acabei de acostumando completamente algum tempo depois: a posição do cursor na tela não representa de maneira alguma o ponto da tela da TV para o qual você está fisicamente apontando. É só uma posição relativa. Funciona muito bem, é verdade, mas deveria ser mais fiel à realidade. E talvez dê para calibrar isso, assim como dá para calibrar a precisão do toque na tela do DS. Preciso me aprofundar mais nisso. E sim, essa foi uma desculpa descarada para poder ir lá jogar mais Wii. 😛

Yoo ou Mii?
Fazer os Miis de cada um é o “ritual de iniciação” do Wii. É durante o processo de construção do seu “eu cartunesco” que você entra em contato, pela primeira vez (se não alterar a ordem das coisas, como eu fiz), com o espírito do Wii. É nessa hora que você percebe (ou não) que o importante não são os teraflops e gigahertz do processador, nem mesmo o próprio Shigeru Miyamoto, ou o Link ou o Mario. O importante aqui é você. Da mesma forma que o console existe para você, você existe para o Wii. E o que eu posso dizer sobre o ato de criar um Mii pode ser resumido em duas palavras: muito divertido. Criar você mesmo é bacaninha, mas você sempre fica com a impressão de que não ficou legal, e vai buscar aprovação de outro alguém. “Ficou igual?” Legal mesmo é criar os outros, já que você com certeza sabe a espessura da minha sobrancelha melhor do que eu. Tanto é assim, que ao terminar o Mii você é convidado a não apenas dar um nome para o boneco, mas também dizer para o console o nome de quem criou o fulaninho virtual. É o Wii aproximando as pessoas, sempre de maneira divertida.

O texto está ficando meio filosófico, já que eu estou morrendo de sono (quase uma da manhã, agora), mas deixa eu concluir essa parte com um último parecer: é impossível olhar para um Mii, ver a pessoa correspondente na frente da TV e não sorrir. It’s just too damn fun.

Terminando sem Terminar
Ainda há muitas coisas sobre as quais eu poderia falar, mas com o pouco tempo que eu tive com o console, não me sinto seguro para comentar mais nada. Espero poder jogar mais, em breve. E como espero.

E, no próximo post, aquele que pode ser o primeiro review do Wii Sports em língua portuguesa. Acho que já joguei o suficiente para falar sobre o danado. Aguardem.

Guerra, o Wii Kid
Rodrigo Guerra, editor da SuperDicas PlayStation,
em um momento de Nintendismo incontido.

Jump In

Xbox 360 - Jump InExiste balada com videogame de última geração? É raro, mas existe. Rolou uma ontem, na verdade. Eu estou falando da agitada festa de lançamento do Xbox 360 no Brasil, conduzida pelo simpático sr. Milton Beck e frequentada pela nata da sociedade artística (:P). E por falar em Milton, Beck, coitado de homem, cara. Finalmente, agora talvez ele tenha sossego das infinitas perguntas sobre esse bendito lançamento. Talvez.

E que lançamento, hein? Kit exclusivo exibindo a bandeira nacional na caixa, jogos localizados (alguns até com legendas e dublagens), assistência técnica e garantia (acabou o medo das 3 luzes vermelhas!)… uma beleza. Pelo menos até falarmos do preço. Todos vocês já devem ter lido e visto os detalhes da coisa toda, então vamos direto ao ponto que eu realmente quero falar.

Três mil reais não é exatamente o preço ideal que todos queríamos (como podemos comprovar através de simples observações da vida real digital virtual), mas ai de você se falar que “por esse preço, era melhor nem ter sido lançado”. Esse anúncio, seja ele agradável ou não do ponto de vista da sua conta bancária, é muito mais do que o simples fato de termos um videogame com caixa em português. É o primeiro metro asfaltado de uma longa (e quem sabe próspera) estrada que levará o Brasil até o ponto final: o dia em que não seremos “terra de ninguém”, uma piada no mapa do entretenimento eletrônico mundial. Porque é exatamente isso que ainda somos. Um país do tamanho de tamanho comparável a Canadá e China, mas que recebe a mesma atenção de empresas como a Sony (e outras gigantes dos games e da eletrônica) do que recebe um país como o Somália, o Congo ou a Nova Zelândia. Não, eu acho que a Nova Zelândia recebe mais atenção, até.

OK, me empolguei um pouco na “revolta”. Mas essa é uma boa hora pra colocar essa revolta para fora, porque estamos, como eu disse, com a faca e o queijo na mão para mudar esse cenário. A Microsoft fez e vai continuar fazendo a parte dela (por sinal, muito bem feita, na minha opinião), agora falta a gente fazer a nossa. Se pudermos, compremos o Xbox nacional. Se não pudermos, divulguemos. Comemoremos, fiquemos felizes e espalhemos essa boa notícia. E quando virmos o comercial na TV, vamos falar para quem quer que esteja na sala: “Isso é uma conquista para os gamers brasileiros”. Tenhamos na consciência que foi um longo tempo de espera até alguém nos estender a mão. Agora é nosso dever agarrar essa oportunidade. Só quem pode tornar esse lançamento um fracasso ou um sucesso agora somos nós. Pense nisso.

E não, ninguém me pagou pra escrever tudo isso. Só achei que era minha obrigação.

PS.: Gears of War é animal. Joguei até cair os dedos.

Hoje é dia de Xbox 360!

360.jpgDesde a E3 desse ano, quando o sr. Bill Gates subiu ao palco em Los Angeles para anunciar que o Brasil era um dos países estratégicos para o Xbox 360, a assessoria de imprensa da Microsoft Brasil tem vivido seu inferno astral. Não sei quantas vezes eu vi manchetes em revistas, sites e jornais parecidas com “Agora é Oficial: Xbox 360 no Brasil! Nós temos as Novidades!”. Mentira. Ou, pelo menos, não a verdade completa. Porque a verdade completa só será anunciada hoje, em um evento fechado à imprensa, em um lugar badalado, mas secreto.

E, como quem tem amigos tem tudo, eu vou.

Sinceramente, não sei muito bem o que esperar. De modo que o que vier, veio. Provavelmente eu vou achar tudo uma maravilha, já que qualquer coisa é melhor do que o que temos agora (nada).

Mas esperemos até amanhã para dar maiores opiniões. Até porque qualquer opinião dada antes da noite de hoje é mentira.

Ou melhor, não é a verdade completa.

E tomara que tenha brindes lá. 😛

Coelho & Cachorro

Yipye! Meu novo game saiu!Dor de cabeça = post rápido.

Tenho muito a dizer, mas tudo que vou falar hoje é que joguei a versão demo de Culture Shock, o primeiro episódio da nova aventura do cachorro Sam e do coelho Max. O que eu achei? Eu dei graças a Deus que aquilo era só um Demo e que acabou logo, porque se fosse um game completo e funcional, eu provavelmente estaria jogando até agora, com olheiras. E a minha dor de cabeça estaria mais forte.

Não é nenhuma obra de arte no quesito técnica, não tem gráficos impressionante e mesmo o som não vai quebrar nenhum paradigma (mudaram os dubladores?), mas é exatamente o game que eu estava esperando jogar. Diálogos e situações cômicas, como um telefone desaparecido e um roedor letrado que exige pagamento em queijo suíço, são a graça aqui, ao invés do HDR e bump-funckin’-mapping.

Baixe e jogue, por favor, por favor, por favor.


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