Arquivo de junho \28\UTC 2007

O post de hoje

Wii-BrasilConversa fictícia entre eu e uma entidade inexistente que representa a gama de leitores, assíduos ou eventuais, do 16-BIT.

– Cadê o post de hoje?
– Não tá aqui.
– Tá onde, então?
– Tá no Wii-Brasil.
– É, no Wii-Brasil. Quer ler?
– Claro, pô. Como eu faço?
– Entra no site, clica em “Textos” e procura “Pokémon Battle Revolution” na lista, na parte de análises. Tá escrito “Por: Fabio Bracht”.
– Legal! Tu fez uma análise do Pokémon Battle Revolution.
– Aham. Eu teria colocado ela aqui, mas o pessoal do WiiBR é gente fina e me convidou pra colocar lá. Pena que eles tão passando dificuldades com o servidor e por isso não existe uma URL direta pro texto. Tem que entrar lá e procurar na lista.
– Ah, tudo bem. Não é difícil. Vou lá ver!
– Vai nessa. Depois vê se comenta. De preferência aqui mesmo, não lá. 😛
– Beleza, vou deixar essa aba aberta no meu Firefox. 🙂

* * *

Tem gente talentosa nesse mundo, PQP.

* * *

Eu juro que tinha mais alguma coisa pra falar… mas esqueci. Acho que só ia comentar que pretendo fazer isso, aproveitando a deixa para desafiar qualquer um que também queira tentar. Encara?

* * *

Manhunt 2 foi banido, rolaram boatos da Sony lançando um PS2 com controle de movimentos… e eu nem comentei nada aqui. Pode falar, esse é o pior blog de games que existe, né?

E a NGamer Brasil chegou

Capa da Edição #1Depois de algumas semanas de espera e alguns dias de “bate-ponto” nas bancas, enfim consegui comprar a NGamer Brasil, a nova revista 100% Nintendo a chegar nas bancas do nosso país, pela Editora Europa.

Mesmo se ela fosse ruim (o que não é), já valeria a pena pelo simples fato de ser a volta do homem, a lenda, o mito, Eduardo Trivella em uma publicação Nintendo. Eu e grande parte dos gamers do Brasil conhecemos o Trivas (e o Pablo [Miyazawa] também, só pra constar) nos anos áureos da Nintendo World, quando Pokémon era febre e a gurizada se juntava nas locadoras pra curtir um multiplayer de GoldenEye 007 no Nintendo 64. Só o fato de ler o nome dessa lenda nas páginas de uma revista Nintendo de novo já vale, tranquilamente, os R$9,90. Ah, os previews de Conker’s Bad Fur Day e Metroid Prime

Mas deixando o saudosismo de lado, o que eu tenho a dizer é que a presença do Trivella na equipe não é, nem de longe, a única coisa bacana que a NGamer Brasil oferece. A partir de agora os fãs da Nintendo no Brasil têm algo inédito: opção.

Há duas revistas especializadas no país, cada uma com as suas forças e fraquezas. Como as da Nintendo World você provavelmente já conhece, vou falar do que eu gostei e do que eu não gostei na NGamer, por seção (já que eu tô com tempo).

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Leitura Complementar

Capa da Arena Magazine #16

Já que eu não atualizo o meu blog com tanta frequência quanto poderia — e mesmo quando atualizo, os textos normalmente não são tão CORPULENTOS quanto vocês possam esperar –, aqui vão os links das minhas três últimas colaborações com a Arena Magazine, a ótima revista virtual do site ArenaTurbo, do iG. A revista é editada pelo meu “primo” Alexei Barros e conta com muitos textos do colega Claudio Prandoni. Sim, vocês já leram esses nomes aqui no 16-BIT.

Pra quem não conhece, a Arena Magazine é, como eu já disse, uma revista virtual. Ela pode ser lida no computador, em HTML, ou “baixada” em PDF. Para quem quiser imprimir e ler no ônibus, ou coisa assim. Ela fala de tudo quanto é coisa bacana. Cinema, DVD, Mangá/Anime, TV, Quadrinhos, Música e, claro, Games. Com uma ênfase maior nesse último. Sempre com textos numa linguagem bacana e diagramação bonita. Eu escrevo, desde a número 18, uma seção mensal chamada GameLife (que aliás é também o nome de um blog sobre games da Wired que já foi ótimo, hoje é só legalzinho continua ótimo).

A Edição 21 já deve estar quase no ar, com outra participação minha (um texto basicamente sobre como Pokémon é legal), e acabei de conversar com o pessoal pra acertar a pauta da 22.

Já conhecia? Ótimo, tu é dos meus. Não conhecia ainda? Corre lá, bacana!

Obs.: A capa lá no alto é a da edição 16. Segundo o Alexei, “a melhor que a gente já fez”.

Minha namorada

O amor é lindo como ganhar uma vida extraOlha, vou contar um negócio pra você: minha namorada é a melhor. Desculpa eu fazer inveja assim tão explicitamente, mas olha só como ela é foda.

  1. Me aguenta o tempo todo falando sobre jogos que ela nunca ouviu falar. (“Zack & Wiki?”, “Smash Bros?” — calma, eu vou apresentar Smash Bros pra ela. 😉 )
  2. Nem reclama quando eu passo algumas noites jogando Zelda. (Desde que não sejam todas as noites, claro.)
  3. Aprendeu a jogar Super Paper Mario (e tá se dando muito bem!) só porque eu disse que isso me deixaria orgulhoso.
  4. Sempre lê cada palavra do que eu escrevo nas revistas e no blog, nem que seja só pra elogiar ou comentar sobre o que eu escrevi.
  5. …e por aí vai.

De fato, este blog ou a minha “carreira” no jornalismo de games provavelmente nem existiriam se não fosse por ela. Quando eu cheguei aqui em SP, nem tinha muita idéia do que fazer. Eu tinha feito alguns meses de faculdade de jornalismo lá no RS, mas também nem sabia se eu tinha realmente gostado.

Na época em que a gente estava se conhecendo, eu nem comentava que gostava de videogame (mulheres geralmente associam isso a homens imaturos, por mais absurdo que seja), mas bateu bem com a época em que a Nintendo anunciou o Nintendo DS, um pouco depois da E3 de 2004. Eu me apaixonei de tal forma por aquele tal de DS que escrevi um post todo empolgado no meu único blog da época, o A Nível de Myself ainda no Blogger (quando eu descobri o WordPress, migrei o ANM pra cá também). Se tiver curiosidade, o post é este aqui. (Às vezes eu acho que escrevia melhor naquela época…)

Enfim, o caso é que ela leu esse post e ficou com a impressão de que eu me daria bem escrevendo sobre videogame. É claro que isso já tinha passado pela minha cabeça, mas eu nunca havia cogitado seriamente a possibilidade, até porque não tem como a pessoa ser jornalista de games no Rio Grande do Sul, onde não é feita nenhuma revista de games.

Já aqui em SP, um dia, ela comentou isso comigo e eu — claro — me animei. Aí fui lá na Futuro (Conrad, na época) e comecei a pentelhar o ilustríssimo Sr. Pablo Miyazawa. O resto é história.

Quer dizer, a idéia nem foi minha! Se hoje eu ganho algum dinheiro e tenho algum futuro nessa área, a “culpa” está dividida entre várias pessoas, sendo a minha parcela a menor delas. E a da Érika, claro, a maior.

E hoje, só pra coroar esse namoro com muitos continues, ela me deu um Classic Controler do Wii, acompanhado do sempre clássico Super Mario World.

Na boa, qualquer um queria uma namorada assim, né?

Classic to the bone
Prettiest thing ever

Continue lendo ‘Minha namorada’

Digo e provo: Super Paper Mario é fenomenal

Making of da capa da N+ MagazineSabe aqueles momentos em que você está na frente da TV, com um controle de videogame na mão, jogando, e aí passa um trecho do jogo no qual você pausa, dá um sorriso, e sabe que vai se lembrar dele por um bom tempo? Eu já falei de alguns deles aqui. Pois é, Super Paper Mario está cheio deles.

Desde a mecânica de enxergar em 3D aquilo que era pra ser em 2D e vice-versa, que nunca fica velha ou deixa de surpreender, até os usos discretos, porém certeiros, das capacidades de movimento do controle durante o acionamento dos itens, o jogo está lotado de boas idéias. Podem me chamar de nintendista (e aqui no blog eu meio que sou mesmo, foda-se), mas muitas delas eu acredito que só poderiam ser pensadas pela própria Nintendo. As third-parties simplesmente não têm tamanho envolvimento com o Wii Remote e a filosofia do Wii para pensar em coisas assim. Pelo menos até agora nenhuma provou ter (a Ubisoft apenas chegou perto, com Raving Rabbids).

Mas eu divago. Esse post é só um pretexto pra eu colar aqui um vídeo do trecho mais estupidamente animal pelo qual eu passei até agora. Teoricamente, ele até contém os temidos [[[SPOILERS!!!OMG]]], mas, sinceramente, é o tipo de spoiler que, quanto mais vezes você ver, melhor. Aproveite.

Pior que essa imagem meio que estraga a surpresa… ¬¬

PS.: Gostaram da imagem do cabeçalho? Coloquei também uns degradês nas partes azuis…ficou legal, né? Diga que sim.


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