Arquivo para agosto \23\UTC 2007

EssevídeomeconvenceuajogarPsychonauts

Zero Punctuation!Psychonauts é um daqueles jogos que, se tu jogou, tu pode tranquilamente apontar pra cara das pessoas que não jogaram e dizer “você não é nada“. Ou pelo menos é que parece, pelo que eu leio na internet. Além disso, Psychonauts também é um daqueles jogos que eu já tinha me convencido de que não ia jogar, por uma série de motivos.

Tá bom, são só dois.

O primeiro deles é bastante babaca, e eu sou o primeiro a admitir. Eu simplesmente perdi o tesão por jogos de PS2. Há um ano atrás, quando as primeiras pessoas da mídia estavam fazendo seus hands-ons a portas fechadas, testando Wii Sports e Red Steel, e a grande dúvida era se o tal controle sensível a movimento era bom mesmo, eu li em várias ocasiões diferentes a seguinte frase: “depois de jogar com o controle do Wii, voltar para o método tradicional de alguma forma parece errado, estranho”. Achei que fosse um pouco de exagero, mas é exatamente o que eu sinto atualmente. Quando eu jogo com o DualShock parece que está faltando alguma coisa, sei lá. O engraçado é que isso não acontece com o controle do Xbox 360… Vai entender.

O segundo é mais dimples: porque a fila tá grande pra cacete.

Fila

Antes que comecem a questionar a presença de vários jogos ainda não lançados, eu explico: quando eu finalmente terminar Metroid Prime 3, provavelmente todos os outros já vão estar velhos nas prateleiras. E eu ainda não vou ter arrecadado dinheiro suficiente nem pra comprar uma das baquetas do Rock Band.

Mas voltando Psychonauts, hoje eu vi esse vídeo do The Escapist, de uma “coluna” (na verdade é um videocast) chamado “Zero Punctuation”. A princípio eu não entendi bem o nome. “Ora, Pontuação Zero é porque os jogos levam nota zero?” Mas quando vocês assistirem vocês vão entender. O “punctuation” do nome se refere à pontuação frasal, tipo vírgulas. E o “zero” se refere ao fato de que o cara que apresenta o vídeo não usa as tais vírgula! Ele fala super rápido, e ainda com sotaque britânico/australiano.

Mas não deixe que isso o impeça de assistir. Graças à edição e às imagens, dá pra rir de montão, mesmo sem entender muito do que ele diz. Fora que, graças a esse vídeo, eu decidi que eu vou mesmo ignorar tudo e jogar o Psychonauts.

Ah, se vou. Provavelmente entre o Kingdom Hearts 2 e o Mario Galaxy.

BioShock, uma experiência

Antes das palavras, veja alguns números:

bioshockrulz.png

Tá, agora olhe para esses números e deixa eu te falar um negócio: não é por acaso. Não é à toa. Não é hype, goddammit. O jogo é bom assim mesmo.

Eu, particularmente, não gosto de FPS. Acho que o único estilo de jogo que eu gosto menos do que FPS é RTS. Talvez o meu problema seja com siglas de três letras que terminam com S. Mas eu divago.

Caixa do BioShockO caso é que eu, um cético de FPSs, estou apaixonado por dois jogos em primeira pessoa: Metroid Prime e BioShock. Enquanto o primeiro é assunto pra um próximo post (eu tô quase terminando o jogo), do segundo eu estou louco para falar.

Ontem eu passei na Futuro no fim da tarde, e não desperdicei a oportunidade de jogar as novidades.

– Guerra, chegou a demo do BioShock aí, né?
– Chegou, mano.
– Ahááá!

Liguei o 360, iniciei a demo, assisti ao mandibuladerrubante vídeo de abertura (que é tão bom que merece um adjetivo inédito), apertei Start na tela que dizia pra fazer isso… e foi nessa hora que eu fui literalmente sugado para dentro da experiência.

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