BioShock, uma experiência

Antes das palavras, veja alguns números:

bioshockrulz.png

Tá, agora olhe para esses números e deixa eu te falar um negócio: não é por acaso. Não é à toa. Não é hype, goddammit. O jogo é bom assim mesmo.

Eu, particularmente, não gosto de FPS. Acho que o único estilo de jogo que eu gosto menos do que FPS é RTS. Talvez o meu problema seja com siglas de três letras que terminam com S. Mas eu divago.

Caixa do BioShockO caso é que eu, um cético de FPSs, estou apaixonado por dois jogos em primeira pessoa: Metroid Prime e BioShock. Enquanto o primeiro é assunto pra um próximo post (eu tô quase terminando o jogo), do segundo eu estou louco para falar.

Ontem eu passei na Futuro no fim da tarde, e não desperdicei a oportunidade de jogar as novidades.

– Guerra, chegou a demo do BioShock aí, né?
– Chegou, mano.
– Ahááá!

Liguei o 360, iniciei a demo, assisti ao mandibuladerrubante vídeo de abertura (que é tão bom que merece um adjetivo inédito), apertei Start na tela que dizia pra fazer isso… e foi nessa hora que eu fui literalmente sugado para dentro da experiência.

* * *

Eu estava dentro de um avião. Na minha frente, via minhas mãos e uma espécie de documento, uma carta. Tinha também uma foto, mas não me lembro direito. Só lembro que tudo me inspirava um sentimento de raiva, ressentimento, rancor. Fechei os olhos.Ao que minha visão foi desativada, minha audição entrou em ação. Eu ouvi estouros, depois gritos. Desespero. A pouca visão — que agora voltava –, só registrava borrões causados pelo rápido movimento da minha cabeça. O sentimento era de total impotência. O avião claramente estava caindo. Apaguei de novo.Água. Água por todos os lados, entrando por todos os poros. Não sei como consegui acordar em tal situação. A extrema angústia de não ter oxigênio me fazia pensar que talvez fosse melhor se tivesse morrido antes de acordar. Mas o instinto vencia e, desviando da fuselagem do avião, tentando enxergar alguma coisa por entre a espessa cortina de bolhas, lutei com todas as forças para chegar à superfície. Quando cheguei, foi quase como se conseguisse sentir o gosto do ar. E tinha um gosto bom, de vida.Percebi que realmente era o início de uma nova vida. Pela primeira vez em todo o processo, senti que não estava sendo guiado por uma força maior. Foi a primeira vez em que eu pensei “quero ir até ali” e fui. Eu boiava na água, procurando um sinal de vida, um lugar para onde ir. As cores eram vivas. As altas chamas que brotavam dos destroços do avião me cercavam, e eram de uma beleza trágica, inacreditável. Dando a volta em um grande pedaço de fuselagem, avistei a cauda do avião, apontando para o céu escuro e sem estrelas, afundando lentamente no oceano. Fiquei hipnotizado pela estranha beleza de uma cauda de avião sendo engolida pelo mar. Mesmo boiando, náufrago, e preocupado em achar terra firme, fiquei mais de um minuto assistindo à cena.De repente, achei estranho não estar cercado de gente morta, ferida, desesperada, pedindo socorro. Mas então lembrei que o avião estava bastante vazio. Devem ter morrido todos. Não faz diferença.

A coincidência era daquelas que faz pensar se não existe mesmo aquele tal de destino: havia um farol há poucos metros, em uma península estreita. Fui até ele procurar ajuda, parecia deserto. Parado em frente à pesada porta entreaberta, só conseguia enxergar até onde iluminava a luz emanada pela lua. Na falta de opção melhor, entrei, disposto a explorar a escuridão.

Era mais escuro do que parecia. Fora daquele pequeno recorte de luz projetado pela parte entreaberta da porta em arco, tudo era completamente negro. Quando eu já pensava em voltar, o mais impensável dos clichês acontece, me fazendo quase cagar nas calças de susto: a porta, que eu já mencionei ser pesada, fecha-se por trás de mim, trancando-me no escuro completo. Portas que se fecham sozinhas seriam como céu azul diante das monstruosidades e bizarrices inenarráveis com as quais eu iria me deparar nas horas seguintes, mal sabia eu.

Em poucos segundos, luzes se acenderam, iluminando um lindo salão redondo no interior do farol. Uma enorme estátua me assustou, quase debruçada sobre mim, segurando uma pomposa faixa vermelha onde lia-se, em letras douradas: “Sem deuses, nem reis. Apenas homens”. Uma placa aparentemente de ouro estava apoiada em um pedestal, com uma inscrição gravada. Nela lia-se: “Em que país haverá lugar para alguém como eu? — Andrew Ryan”.

Também havia música. Uma agradável melodia de violinos e outros instrumentos de corda, que tocava junto a um quase agradável ruído de disco de vinil.

A decoração era urbana, porém retrô. Pense em filmes antigos, sobre a época industrial norte-americana. Pense nas propagandas de sessenta anos atrás. Pense na arquitetura de um prédio histórico de Nova York. Eu já estava começando a pensar que havia voltado no tempo.

Novamente a falta de opções se fazia presente, motivo pelo qual eu comecei a descer as escadas. A cada lance avançado, mais decoração cinquentista, e mais luzes iam se acendendo. Depois de alguns lances de escada vencidos, chego ao “fim” — que seria só o começo. Uma cápsula, lembrando um capacete de escafandro, à espera, com a porta aberta e a luz acesa. Eu devia estar fora de mim mesmo, pois entrei e puxei uma alavanca que claramente acionaria a cápsula.

A porta se fecha, e eu afundo no oceano, dentro da cápsula. Ninguém pode saber ao certo o que me levou a fazer isso, mas eu fiz. Pelo amplo vidro da porta da cápsula, eu via a parede de um túnel que descia vários metros. Via estátuas e ornamentos, que denotavam toda a luxuosidade que eu deveria estar contemplando. Se não estivesse apavorado.

Uma espécie de placa cobre o vidro, e uma imagem começa a ser projetada nela. Trata-se de uma propaganda, de um produto chamado Incinerate. Mostra duas pessoas — bonitas, sofisticadas — segurando um cigarro aceso cada uma. De suas mãos saíam pequenas chamas, como isqueiros. Em pouco tempo, a propaganda foi substituída por uma imagem de um homem, aparentemente bem sucedido, também fumando (este, um charuto). Os dizeres eram “From the desk of Ryan”, e uma narração começava a tocar.

rapture.jpg“Eu sou Andrew Ryan, e estou aqui para lhe fazer uma pergunta”, começava a voz, em tom de quem iria falar algo muito importante. “Não seria o homem merecedor do suor do seu esforço? ‘Não,’ diz o homem em Washington, ‘pertence aos pobres’; ‘Não,’ diz o homem no Vaticano, ‘pertence a Deus’; ‘Não!’, diz o homem em Moscou… ‘pertence a todos’. Eu rejeitei estas respostas. Firme, eu escolhi algo diferente. Eu escolhi o impossível. Eu escolhi… Rapture!”

Rapidamente, a tela em minha frente se retrai outra vez, revelando uma paisagem inacreditável. No fundo do oceano, eu flutuo por entre prédios e cardumes de animais marinhos. Eu vejo letreiros em neon anunciando todo tipo de estabelecimento. Eu estou em Las Vegas, eu estou no passado, eu estou no fundo do mar. Uma baleia de várias toneladas passa nadando graciosamente alguns metros abaixo da trajetória automática que faço dentro da cápsula.

Deixando a empolgação tomar conta de sua voz, Ryan continua, desta vez apenas pelo áudio. “Uma cidade onde o artista não temerá a razão. Onde o cientista não será restringido pela tola moralidade. Onde o grande não será limitado pelo pequeno! E com o suor do seu esforço, Rapture poderá ser a sua cidade também.”

* * *

Este pequeno início das minhas memórias foi registrado em vídeo:

* * *

Quando eu parei de jogar a demo (bem antes dela acabar), eu estava me sentindo outro Fabio Bracht. Alguém que teve o breve prazer de jogar um jogo que se sobressai em todos os aspectos, simultaneamente. Imersão, jogabilidade, enredo, gráficos, efeitos técnicos, efeitos sonoros, dublagem, ambientação, direção de arte… tudo se encontrando, se complementando para dar forma ao que o IGN avaliou, de maneira absolutamente certa, como “uma experiência de jogo essencial”.

Eu, que não gosto de FPS, não poderia concordar mais.

26 Responses to “BioShock, uma experiência”


  1. 1 Borbs sábado, 18/08/2007 às 9:07 am

    Eu não sei se é algo comparável mesmo, mas é melhor que Gears of War ou é absolutamente diferente?!

    Eu enjoei um pouco dos FPS. Tou com vontade de jogar jogos “fofos”, algo como Paper Mario, sei lá. Não quero me ver obrigado a comprar o Bioshock… Não agora. =D

  2. 2 Gui Stadler sábado, 18/08/2007 às 11:26 am

    Cacete…sabe o que é tu respirar FUNDO de emoção ao ver a cidade aparecendo? O que é a baleia passando por cima da fiação!? Cacete, imersão DEMAIS! Preciso jogar essa bosta AGORA!

    Sério, o que é o gráfico da água, do fogo? CÊ VIU A PLACA NO INÍCIO MEIO ESTRAGADA PELA IDADE?

    Caaaaaara.

  3. 3 anjodark sábado, 18/08/2007 às 1:33 pm

    Fabio… você quer me fazer comprar um X360 brother? HAUHAUAHUAHA Ótimo, um game nota 10 depois de tempos!

    Tá pra mim =D
    Obrigado pelo ótimo review Fabião!

  4. 4 Fabio Bracht sábado, 18/08/2007 às 1:47 pm

    Borbs, tem gente por aí dizendo que, tecnicamente, Gears é até mais foda que BioShock. Eu digo “foda-se” pro “tecnicamente”. BioShock está anos-luz à frente no quesito “você precisa jogar esse jogo”. Gears pra mim é um jogo de ação normal, descerebrado como todos os outros, que calhou de ter sido lindamente polido e lapidado até ficar parecendo uma jóia. Tem uma jogabilidade boa, dá a sensação boa de estourar uns miolos, mas no fundo ainda é um jogo de ação e tiro meio acéfalo. Joguei uma vez, fiquei impressionado, mas depois nem senti aquela obrigação de jogar até o fim, de comprar 360 pra jogar.

    BioShock é outra história, cara. Eu não só VOU comprar um 360 pra jogar esse jogo, como eu tenho plena certeza de uma coisa: se tu admira os games, se tu se interessa por eles além da casca de “joguinhos”, se tu enxerga neles alguma arte, algum significado implícito além do High Score… tu também vai jogar BioShock. É só uma questão de quando. Se tu pode jogar agora, faça isso. Porque eu não posso e gostaria de poder.

    Caralho, olha como eu me importo com esse jogo! *Medo*

  5. 5 Fabio Bracht sábado, 18/08/2007 às 1:48 pm

    Anjo, não foi um review. Eu joguei 10 minutinhos de uma versão DEMO. É só um artigo para demontrar o quanto eu me empolguei com o que vi. Chame de “Primeiras Impressões”, se quiser. =)

  6. 6 Fabio Bracht sábado, 18/08/2007 às 1:50 pm

    Gui, tu viu isso numa janelinha de YouTube. Imagina ver isso numa TV de 42″ com som no talo.

    Tu não tem noção da minha emoção quando, depois cena inicial, eu percebi que eu tava controlando o personagem… e os gráficos eram os mesmos da cena! “Caralho, eu tô controlando! Tô controlando a CG, putaquelparil!”

    Outro nível.

  7. 7 Borbs sábado, 18/08/2007 às 5:38 pm

    Éééé… Acho que então já sei qual vai ser meu jogo de Outubro. =D
    Afinal, Mario Strikers Charged e Blue Dragon já tão na fila. Mais pra frente a gente conversa sobre ele. =D

  8. 8 Rafael Lemos sábado, 18/08/2007 às 7:08 pm

    Hm, tem versão pra PC? Meu amigo não para de falar que vai lançar.
    Vou pegar, quando chegar.
    Fábio, foi um ótimo post, quase que senti o que você sentiu quando jogou, continue com a qualidade.

    PS: Se tu quiser, dá uma lidinha no meu blog, e me dá um feed-back, por favor😦

    Abrações.

  9. 9 juniorcba sábado, 18/08/2007 às 11:43 pm

    Muito bom texto Fábio, parabéns, quem dera eu um dia escrever desse jeito sobre um jogo xD
    Eu não sou fan de consoles microsoft mas pelo jeito eu vou ter que mudar de idéia. Quando os preços tiverem acessiveis eu mudo.😉
    Aparece no meu blog.
    Abraço.

  10. 10 Lucas Patricio domingo, 19/08/2007 às 12:06 am

    Nossa, eu acabei de fazer a minha análise do jogo. Eu consegui uma cópia completa no trabalho, e acredite: ele é um dos melhores jogos dos ultimos tempos…

    Postei minha análise no meu blog😉

    Grande abraço, Fábio!

  11. 11 Rodrigo domingo, 19/08/2007 às 10:33 pm

    Tambem nao sou o maior fa de FPS, mas Bioshock foi uma surpresa. O que teve maior destaque, pra mim, foi a qualidade impecavel dos efeitos sonoros. A dublagem, o som ambiente, tudo. Nunca tinha visto um jogo que teve tamanho cuidado com o som. Se eu tivesse um 360, eu comprava.

    E como assim, “eu to quase terminando metroid” ? Me diz que nao eh o Corruption ;P
    (sim, eu sei que soh sai dia 27)

    Abraco.

  12. 12 kaochi domingo, 19/08/2007 às 10:40 pm

    As suas “impressões” parecem saídas das páginas de um romance. Incrível o modo que você descreveu o jogo. Parabéns =D

  13. 13 Lucas segunda-feira, 20/08/2007 às 9:49 am

    Sim, Bioshock é lindo, um “must have” com certeza, imersão total, som, gráficos, ambiente, tudo converge para um ponto, VOCÊ, e não o personagem, o pixel, VOCÊ está lá, lutando para sobreviver em Rapture, e não apenas isso, sobreviver e não virar um deles, um splicer, um humano corrompido por rapture, seu código genético deformado, sua mente, sua humanidade perdida, por poder, e esse é o preço para sobreviver.

    A pergunta que deve ser feita, “porque eles usam mascaras”, traz todas as respostas.

    Lucas, assopreafita.wordpress.com

  14. 14 Bicho do Mato segunda-feira, 20/08/2007 às 10:32 am

    Ainda não consegui baixar a Demo, nunca termina.
    Nessa parte “…Quando eu já pensava em voltar, o mais impensável dos clichês acontece, me fazendo quase cagar nas calças de susto…”
    é vc se cagando ou a narração do jogo?

    Não sou fã de FPS, a minha maior raiva do 360 é o dominio desse tipo de game. Mas pipocando tantas boas informarções sobre esse game vou compra-ló. Pena que não têm multiplayer on ou off-line, pelo menos isso que li por ai.

  15. 15 Fabio Bracht segunda-feira, 20/08/2007 às 10:50 am

    O fato de não ter multiplayer foi justamente o que me fez “ficar de olho” no Bioshock nas últimas semanas. A maior parte dos jogos, em especial os de tiro, põem muito peso e atenção em cima do multiplayer, especialmente o online, quando todo mundo sabe que nada como um bando de babacas com headset para estragar completamente uma experiência de jogo. Por isso eu bato palmas para a coragem da 2K Games (BioShock) e também da Retro Studios (Metroid Prime 3), por terem se mantido firmes na convicção de que o importante é o jogo ser bom, oferecer algo novo, inédito e memorável.

    Rodrigo: não, não é o Corruption. Eu tô terminando o Metroid Prime 1 ainda. Um amigo meu já ficou de me emprestar o 2 (Echoes) assim que eu terminar esse, pra, aí sim, eu poder mergulhar de cabeça no 3. (Provavelmente uns dois meses depois dele ter sido lançado… :P)

    E, pessoal, valeu pelos elogios ao texto. =)

  16. 16 Gui Stadler segunda-feira, 20/08/2007 às 3:49 pm

    @Bicho do Mato: Tinha, até pouco tempo, MUITO FPS, mas agora tá mudando, lentamente tá surgindo jogo novo e tal…tem até dois RPGs que dizem ser bons, Blue Dragon e Lost Odyssey :o! Esse Blue Dragon já lançou, Lost Odyssey ainda não sei…mas dentre os FPSs, tem muito jogo bom também, Gears of War, Rainbow Six, Ghost Recon: Advanced Warfighter…todos com foco no Multiplayer, e o BioShock né, que (pra mim) já vale o console😉

    E Fabio, viu como não era eu pagando pau, sua bichinha?😀

  17. 17 Bicho do Mato terça-feira, 21/08/2007 às 11:38 am

    ….quando todo mundo sabe que nada como um bando de babacas com headset para estragar completamente uma experiência de jogo…..

    Ridiculo isso, Atari foi sucesso pois reunia amigos em torno de uma diversão comum, SuperNintendo e hoje Wii, todos sucesso por reunir amigos. Atividades feitas em grupos é sempre mais gratificante, até mesmo do ponto de vista social. Olhar para um game por não ter multiplayer é um gosto, tachar de babaca(pessoas que gostam jogar com outros) é asneira. Existem pessoas que não jogam para estourar miolos dos outros achando divertido, ha muito mais que isso por trás dos tiros, que é basicamente discontração, piadas, ciladas, sustos e um pouco do dia-a-dia de kda um.
    E se sua voz é a de todo mundo, manda uma carta para as produtoras notificando sua insatisfação, eles querem lucrar e se todo mundo esta insatisfeito com o fato dos jogos terem multiplayer eles acabam com isso.

  18. 18 Fabio Bracht terça-feira, 21/08/2007 às 3:39 pm

    Bicho do Mato: é claro que não dá pra generalizar, mas é consenso que o povo que lota os lobbys de multiplayer, especialmente os de jogos de tiro, não costuma ser nada amigável. Tudo é motivo pra mandar à merda, mandar tomar no cu e chamar a mãe de puta. Nem todo mundo é assim, talvez não seja nem a maioria, mas às vezes uma maçã podre estraga um cesto inteiro.

    Por outro lado, um amigo meu jogar Pro Evolution Soccer online no 360 e diz que o pessoal da europa é super gente fina pra jogar.

  19. 19 Lucas Comitre Martinez quinta-feira, 23/08/2007 às 10:31 pm

    Como FPS duvido que supere Perfect Dark.
    Como jogo de exploração e pelo estilo (e proposta) do jogo, duvido que chgue aos pés de Myst.
    Como história e pela sua narrativa duvido que empolgue tanto quanto Lost.

    Referências são inevitáveis (e deve haver muitas outras além dessas), e eu só vi os 10 primeiros minutos do jogo.
    Mas a impressão final foi realmente boa… conseguiu captar a essência de cada um numa coisa redonda e bem lapidada… Olhando por cima e nas coisas mais sutis o jogo humilha!

    “Nada se cria, tudo se copia”… a diferença é aqueles que fazem isso com estilo.

  20. 20 milenawiek quinta-feira, 30/08/2007 às 10:08 am

    Bracht, lindo seu post. O jogo humilha muito. Eu joguei um minipedacinho, mas assisti o Wiek zerar como se fosse um filme. Muito fantástico, mesmo.

  21. 21 Radagast sexta-feira, 31/08/2007 às 9:52 pm

    Bom, eu tenho esse jogo, comprei recentemente e comecei a jogar, e logo de cara eu tive a mesma sensação que voce, qando voce começa a controlar o personagem! Eu não tinha percebido que era playable aquela parte xD

    Fenomenal! Mas eu tenho um SÉRIO problema com FPS u_u Comprei esse jogo porque tenho a filosofia que qualquer jogo que consiga notas altas assim merece ser jogado, mas sou muito mais um RPG xD

    Meu maior problema pra finalizar o jogo é a falta de tempo, faculdade fode xD

  22. 22 Igor segunda-feira, 03/09/2007 às 4:41 pm

    Não posso concordar mais Fábio. Eu tinha muito hype por Gears of War, até jogar no 360 de um amigo. Basicamente ele é um jogo de ação normal, definitivamente acéfalo que calhou de ser um dos primeiros jogos que tecnicamente você via e falava “cara, isso é next-gen”. Depois de jogar eu praticamente perdi a vontade de ter um 360, até porque eu nem sou muito fã de FPS também. Agora… Bioshock é diferente, tem, aparentemente uma história fudida, imersão idem, se preocuparam até em colocar um marketing em Rapture relativo ao tempo que a cidade foi contruída! Realmente, parece um jogo pra quem espera algo mais do que explosões realistas. =)

  23. 23 Anderson Cerqueira domingo, 09/09/2007 às 6:06 pm

    Engraçado que vim aqui realmente alertar vocês sobre esse jogo, minha emoção no inicio do demo e no decorrer dele foi tão grande, que logo depois de jogar peguei meu cartão internacional e fiz a compra pelo steam, estou puto da vida de nenhuma distribuidora lançar o jogo no Brasil…

  24. 24 DK Jr. terça-feira, 09/10/2007 às 5:09 pm

    “BioShock” tirou todas as chances de vermos “Metroid” receber o título de Game do Ano pela segunda vez nesta década (Metroid Prime, 2002, GC, lembram?). Uma pena. Mesmo assim, foi um ano de clássicos: Zelda, Pokémon, Mario, Smash Bros, Halo e muitos outros…


  1. 1 Segunda chance « No Controle Trackback em quarta-feira, 22/08/2007 às 4:22 pm
  2. 2 Onde o tudo e o nada se confundem « Just a Souvenir Trackback em quinta-feira, 23/08/2007 às 8:34 pm

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