Archive for the 'Coisas que você poderia muito bem viver sem saber' Category

Odeio o Metallica!

Odeio One!Odeio o Metallica! Odeio One, do Metallica! Odeio Guitar Hero 3! Odeio o Dual Shock 2! Odeio o Controle-Guitarra (porque não tenho)! Odeio o mundo! Odeio os meus dedos! Odeio as borboletas! Odeio a Activision!

Odeio tudo isso de novo!

Mais uma vez, só pra enfatizar!

Pronto, agora acalmei.

Essa crise de ódio momentânea (já passou, já passou…) foi causada pela minha tentativa frustrada de completar “One”, do Metallica, no nível Hard do Guitar Hero 3 usando o controle normal do PS2. AQUELA DROGA É SIMPLESMENTE IMPOSSÍVEL!!!

Calma.

Voltando… É injustamente difícil completar aquela música no Hard sem usar a guitarra. Eu havia acabado de completar a Knights of Cydonia, do Muse, que já havia sido outro parto. O lance é que o pessoal da Activion precisa aprender que é IMPOSSÍVEL DIGITAR NOTAS NAQUELA VELOCIDADE SEM USAR A GUITARRA!!! ELES DEVIAM TER MAIS CONSIDERAÇÃO COM QUEM PIRATEIA O JOGO E NÃO COMPRA O HARDWARE ORIGINAL!!!

Calma, calma…

CALMA O CARALHO!!!!1!

Se este singelo post te deu vontade de adquirir o álbum …And Justice for All[bb], que contém a porcaria da música One, ou a guitarra do jogo em questão[bb] (pra não passar a mesma vergonha que eu), clique nestes links que eu estou testando pra ganhar algum dinheiro com este blog sem apelar para propagandas poluentes do Google. Obrigado.

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Mudança no Leitor de Risos

FeedburnerEu nunca, em toda a vida deste blog, realmente pedi algo assim, de coração para os meus leitores. Nunca. Talvez eu tenha sugerido alguma coisa ou outra. Mas pedir, de falar por favor e tal, nunca.

Agora peço. E olha que legal: não é nada difícil de se fazer. É simplinho. Só que são coisas diferentes, dependendo de como você está lendo isso.

Se você lê o 16-BIT no conforto de um leitor de RSS
Eu sei que é trampo, mas também sei que é menos trampo do que parece: desassine o feed atual e assine este aqui, que é novo e vem via Feedburner. Eu marquei bobeira, admito. Devia ter me informado sobre esse treco de Feedburber bem antes, no início do blog. Mas demorei muito. Agora tenho que pedir que vocêm tenham esse absurdo trabalho de dar nem 10 cliques para assinar a nova versão do RSS. Se você está se perguntando o que é o Feedburner e porquê ele é tão melhor assim do que o feed nativo do WordPress, calma. Você não precisa saber, e na real não vai mudar nada pra você. Mas aqui do meu lado, eu vou poder ter acesso a estatísticas de leitores, dados diversos, um monte de ferramentinhas para gerenciar esse feed… essas coisas que deixam blogueiro que nem criança com brinquedo novo. E o mais importante: anúncios. Essa pode ser a minha primeira oportunidade de ganhar um troquinho com esse blog sem sujar o layout com aqueles anúncios toscos e feios do Google. E sem atrapalhar a experiência do leitor. Então, repetindo: é aqui que você clica pra me fazer mais feliz. Eu realmente gostaria que todos os leitores do feed do 16-BIT fizessem a mudança. Dá uma forcinha, vai… por favor.

Se você lê o 16-BIT pelo blog mesmo
Se quiser, você tá liberado. Não precisa fazer nada. Mas se todo esse papo de feed e de deixar o Fabio mais feliz te comoveu, eu agradeço. Pensando bem, mesmo se não fossem todas essas supostas melhorias do Feedburner, por incrível que pareça, acho que prefiro leitores via feed do que via acesso direto. Eu ganho menos cliques/pageviews/whatever, mas as pessoas lêem antes, lêem tudo e eu posso postar com mais frequência (pff!).

Blogged with Flock

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Quem quer me ver na TV? (Update: vai ficar querendo)

Logo da MTV

UPDATE: Ainda bem que eu incluí as palavras em itálico no início do post. Melou o convite, não vai mais rolar. Daqui a pouco eu apago o post, inclusive (ou não). Esse aviso é para os que recebem o feed não ficarem boiando. Fica pra próxima! 😛

Ao que tudo indica (ainda há chances de não rolar), hoje eu estarei participando do Debate MTV às 22h, ao vivo. Estou tão surpreso quanto vocês devem estar, provavelmente mais. O tema vai ser aquele clichê básico que se espera da TV aberta: “Jogar videogame demais deixa os jovens isolados?”, e eu fui convidado sabe-se lá por quê. Mas eu vou! Na pior das hipóteses, vai ser mais uma experiência ruim da qual eu vou tirar algum aprendizado. Na melhor, vai ser divertido pra caralho.

Então, se a sua TV não tiver alergia à MTV, sintoniza lá às dez da noite pra descobrir como eu sou feio.

Mais importante: algum de vocês tem algum argumento bacana em relação ao tema do debate? O que vocês diriam? Algo que diriam se encontrassem o Lobão na rua? Tentem responder, tipo, agora. Valeu!

Minha namorada

O amor é lindo como ganhar uma vida extraOlha, vou contar um negócio pra você: minha namorada é a melhor. Desculpa eu fazer inveja assim tão explicitamente, mas olha só como ela é foda.

  1. Me aguenta o tempo todo falando sobre jogos que ela nunca ouviu falar. (“Zack & Wiki?”, “Smash Bros?” — calma, eu vou apresentar Smash Bros pra ela. 😉 )
  2. Nem reclama quando eu passo algumas noites jogando Zelda. (Desde que não sejam todas as noites, claro.)
  3. Aprendeu a jogar Super Paper Mario (e tá se dando muito bem!) só porque eu disse que isso me deixaria orgulhoso.
  4. Sempre lê cada palavra do que eu escrevo nas revistas e no blog, nem que seja só pra elogiar ou comentar sobre o que eu escrevi.
  5. …e por aí vai.

De fato, este blog ou a minha “carreira” no jornalismo de games provavelmente nem existiriam se não fosse por ela. Quando eu cheguei aqui em SP, nem tinha muita idéia do que fazer. Eu tinha feito alguns meses de faculdade de jornalismo lá no RS, mas também nem sabia se eu tinha realmente gostado.

Na época em que a gente estava se conhecendo, eu nem comentava que gostava de videogame (mulheres geralmente associam isso a homens imaturos, por mais absurdo que seja), mas bateu bem com a época em que a Nintendo anunciou o Nintendo DS, um pouco depois da E3 de 2004. Eu me apaixonei de tal forma por aquele tal de DS que escrevi um post todo empolgado no meu único blog da época, o A Nível de Myself ainda no Blogger (quando eu descobri o WordPress, migrei o ANM pra cá também). Se tiver curiosidade, o post é este aqui. (Às vezes eu acho que escrevia melhor naquela época…)

Enfim, o caso é que ela leu esse post e ficou com a impressão de que eu me daria bem escrevendo sobre videogame. É claro que isso já tinha passado pela minha cabeça, mas eu nunca havia cogitado seriamente a possibilidade, até porque não tem como a pessoa ser jornalista de games no Rio Grande do Sul, onde não é feita nenhuma revista de games.

Já aqui em SP, um dia, ela comentou isso comigo e eu — claro — me animei. Aí fui lá na Futuro (Conrad, na época) e comecei a pentelhar o ilustríssimo Sr. Pablo Miyazawa. O resto é história.

Quer dizer, a idéia nem foi minha! Se hoje eu ganho algum dinheiro e tenho algum futuro nessa área, a “culpa” está dividida entre várias pessoas, sendo a minha parcela a menor delas. E a da Érika, claro, a maior.

E hoje, só pra coroar esse namoro com muitos continues, ela me deu um Classic Controler do Wii, acompanhado do sempre clássico Super Mario World.

Na boa, qualquer um queria uma namorada assim, né?

Classic to the bone
Prettiest thing ever

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Dando notícias

EXTRA! Fabio Bracht dá not�ciasE aí, meus amiguinhos! Tudo em cima? 😀

Sim, eu sei que faz tempo que eu não apareço por aqui, e vou dar alguns motivos para isso:

1) Matéria na EGM Brasil
Eu escrevo pra EGM há um tempinho, mas nunca tinha escrito um texto grande, de pesquisa, com várias páginas. Recentemente tive a oportunidade (valeu, Fabão!) , e isso me tomou um tempo e uma concentração desgraçados. Não vou dizer sobre o que é, afinal, é a editora que solta essas informações na hora que achar melhor — ou, na maior parte das vezes, não solta, pra deixar vocês mesmos lerem. Só adianto que não é nenhum assunto fantááááástico assim e tal. É só bacaninha. Mas leia, porque fui eu que escrevi e porque eu acho que ficou bacana. Vai sair na próxima, que por sinal deve estar quase chegando nas bancas.

2) Matéria na Nintendo World
Essa eu acho que posso contar: um guia super detalhado sobre Mario Party 8, para a próxima edição. Vai ter umas onze páginas e vai falar tudo sobre o jogo. Tabuleiros, itens, todos os minigames… tudo. Daria pra ser ainda maior, mas acho que se fosse, vocês é que não iam querer ler um treco tão grande. Mario Party 8 é um jogo que eu gostaria de ter feito um review aqui. Um daqueles posts grandes, do tamanho dos de ICO ou Viva Piñata, falando tudo o que eu achei do jogo. Mas não deu. Ah, essa matéria foi legal também porque deu pra eu jogar o jogo bem antes do lançamento. Umas duas semanas antes eu já estava jogando, eu acho. Não tenho nenhuma confirmação disso, tô só chutando, mas acredito que, tirando o pessoal da Nintendo — claro –, eu fui um dos primeiros, sei lá, 100 indivíduos a jogar. Pensando bem, acho que não, mas deixa eu acreditar, vai. 🙂

3) Detonado Spider-Man 3 (PS2)
Sim, alguém tem que jogar o jogo medíocre do Homem-Aranha pro PS2, porque muitas outras pessoas querem jogar e precisam de detonado. É uma causa nobre, claro, mas, assim como cuidar daquele sobrinho chato para que alguém possa levar outra pessoa no hospital, é um trabalho chato. Um trabalho chato para uma causa nobre, mas ainda assim um trabalho chato. Mas eu tô brincando: o jogo não é nem de longe um primor técnico ou algo do tipo, mas eu consegui me divertir. Esse foi pra SDP e também ficou grandinho.

4) Trampinhos diversos
Apesar de estarem no diminutivo aqui, esses trampinhos acabam tomando um tempo colossal. É seção de notícias da Nintendo World, é um reviewzinho aqui e lá, é algum trampo extra-oficial que não é publicado e chega de última hora, é alguma colaboração pra outro lugar… Não tem muito o que falar disso, exceto que toma tempo.

5) Detonado Super Paper Mario
Coloquei esse por último porque é um que eu ainda não terminei. De fato, o jogo está lá ligado enquanto eu escrevo isso. Há quase uma hora, por sinal. Melhor ir lá desligar, pelo menos a TV. *Indo lá.* Pronto. Esse detonado está sendo muito legal porque, pela primeira vez, eu estou escrevendo um detonado com história traduzida e sem limite de caracteres. Eu sempre quis escrever um livro, contar uma história, só que essa tal história é que eu nunca consegui formular além de algumas idéias iniciais. Essa é a oportunidade que eu estava e sperando para exercer a minha “verve literária” (Trivas, lembrei de ti agora), só que com uma história que já existe. Estou gostando muito de escrever e tenho certeza que vocês vão gostar muito de ler.

6) Pokémon Diamond + Wi-Fi
Esse eu coloquei mais por último ainda, porque nem trabalho é. Sim, pessoas, eu comprei um Pokémon Diamond. Finalmente. E depois eu comprei um Nintendo Wi-Fi USB Connector. E eu amo Pokémon, desde o Yellow. E eu estava esperando esse jogo há mais de dois anos. E eu estava ainda mais seco por ele do que eu deveria estar, já que eu não tive a oportunidade de jogar a última geração antes dessa, a das versões Ruby e Saphire. O resultado é que todo tempo livre que eu tenho eu passo criando o meu vergonhoso time inicial (sério, tá uma merda… eu acho que perdi o jeito). Como efeito colateral, agora que eu tenho internet wi-fi livre no quarto, voltei a jogar Mario Kart DS, agora online. É muito bom. E eu chuto a bunda de qualquer no no MK. Aceito desafios nos comentários, se alguém ainda joga isso. Aceito desafios de Pokémon também, mas com o entusiasmo de quem sabe que vai ser bonitamente humilhado.

BÔNUS STAGE: Falta de saco
É… horas que a gente até gostaria de escrever no blog, mas algo bloqueia. É a chamada FS, Falta de Saco. Eu tenho blog há anos e adoro escrever no blog mais do que em qualquer outro lugar. É mais prazeroso. Mas mesmo assim eu tenho uns períodos que parece que eu enjôo. E eu tô (ou tava?) num desses. Mas eu asseguro a vocês: não é a primeira vez que isso me acontece, e eu sei que vai passar logo (ou já passou?).

Negócio da China! Bem… não exatamente de lá.

Li hoje no GoNintendo que um fenômeno curioso vem acontecendo em Pokémon Diamond & Pearl: os japoneses, que já têm os jogos há meses, aparentemente não se contentam em colecionar todos as quase 400 criaturas, mas também querem tê-las em suas versões “ocidentais”. A procura por Pokémons com nomes americanos está ridícula, e os japoneses estão trocando criaturas de nível altíssimo por qualquer porcariazinha que você captura antes mesmo de ganhar uma ou duas insígnias!

As trocas são feitas usando uma das melhores novidades desses dois novos jogos: o Global Trade Station. É um estabelecimento que fica em uma cidade (não consigo ser mais específico que isso, não joguei ainda!) e onde você pode entrar e cadastrar um Pokémon que não quer mais, pedindo algum outro em troca. Feito o cadastro, você pode ir fazer qualquer outra coisa, dentro ou fora do jogo, já que essa informação fica nos servidores da Nintendo. Se alguém de qualquer lugar do mundo estiver procurando aquele Pokémon e quiser trocar com você, o seu novo Pokémon ficará no servidor, só esperando que você volte a jogar para ser entregue a você.

Ah, e o meu Diamond que não chega nunca! ò.ó

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Abrindo as torneiras

Uma onda de “emozisse” está assolando algumas pessoas do mundo dos games, aparentemente. Depois do meu último post, sobre a minha suposta falta de sensibilidade, o Vinícius do OitoBits entrou na onda e também postou sobre isso, seguido pelo Daniel Galera do Jogatina, que também entrou na discussão, linkando para o meu post (uma honra!) e o do Vinícius.

Aí, por pura coincidência, o distante RawMeatCowboy, do GoNintendo, revelou hoje em sua coluna diária um dos seus maiores segredos:

Eu tenho que escolher entre revelar o meu segredo ou mantê-lo escondido dentro de mim. Não é bom deixar as coisas num canto da mente… você sabe que elas virão à tona no pior momento possível. Eu vou me levantar e anunciar o meu segredo. Eu não tenho vergonha… eu tenho orgulho… talvez.

Meu nome é RMC e videogames me fazem chorar.

No texto, o cara revela que já chorou (várias vezes) em muitos jogos totalmente “nada a ver”, como Yoshi’s Island e Super Mario Sunshine. É uma leitura muito engraçada, de fato. Mas que me fez pensar que, apesar de eu não ter sentido aquele aperto no coração em Shadow of Colossus, eu o senti em muitos outros jogos. Eu estive pensando, e resolvi confessar também: videogames me fazem chorar… às vezes.

Ok, não aconteceu muitas vezes, mas eu posso lembrar de alguns momentos que me arrancaram aquela lagriminha do canto do olho.Um dos mais recentes foi Rogue Galaxy. A história nem é essa Brastemp toda, mas o fim conseguiu abrir um pouco a minha torneira. Provavelmente foi a música e os gráficos bonitos, que fizeram parecer um filme.

Final Fantasy VI foi outro, durante a cena da ópera. Não preciso nem dizer que o lance ali foi a música. Mas não foi só ela: o modo como o relacionamento entre Locke e Celes muda logo antes da performance dela, aquela frase que ele diz… foi bem bacana.

Em Chrono Trigger eu acho que era muito novo até para entender o enredo em toda a sua complexidade, principalmente porque eu não era tão fluente em inglês (pelo menos o escrito) como sou hoje. Mas a cena final, da Epoch voando pelo cenário enquanto a câmera girava ao redor e aquela música tocava ainda está na minha cabeça. Assim como a parte em que os outros robôs meio que espancam o querido Robo. (Não lembro exatamente o que acontecia na cena, mas lembro que me sensibilizou bastante.)

Kingdom Hearts. Ah, Kingdom Hearts… Sério, tem casalzinho mais fofo que Sora e Kairi? O final do primeiro KH foi o momento em que eu mais me aproximei de chorar de verdade. E não é pra menos, quem jogou sabe.

E vocês? Já choraram com o controle na mão ou são machos demais pra isso?

(Nota: Talvez eu adicione mais momentos marcantes, à medida que eu for lembrando.)

 


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