Archive for the 'Eventos' Category

Confirmado: Video Games Live volta ao Brasil em Setembro de 2007

Videogames Live LogoSabe aquelas newsletters que você nunca assina? Ou, mesmo quando assina, nunca lê quando chegam na sua inbox? Pois é… Não sei por que diabos eu fui resolver ler uma dessas que chegou hoje no meu email, com o título: Incredible week of announcements for Video Games Live!

Entre um monte de blábláblá sobre como o VGL anda fazendo sucesso por onde passa, havia uma tabela com datas das próximas apresentações. E olha o que eu vi nela:

Rio de Janeiro, Brazil September, 2007 TICKETS ON SALE MAY
Brasilia, Brazil September, 2007 TICKETS ON SALE MAY
São Paulo, Brazil September, 2007 TICKETS ON SALE MAY

Pra quem não entendeu, aí diz que em Setembro de 2007 (ou seja: daqui a seis meses, tempo suficiente pra você poupar uma grana), o VGL vai passar por São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília em três apresentações, cujos ingressos começam a ser vendidos em Maio.

Eu esperava mais lugares, pra ser sincero. No mínimo Porto Alegre e/ou Curitiba. Talvez algum na Bahia também. Porque eles mencionaram interesse nesses lugares quando vieram pra cá ano passado. Se bem que a apresentação do Rio em 2006 foi anunciada um tempo antes da de SP… o que significa que mais datas ainda podem ser anunciadas. É difícil, mas é uma possibilidade.

E sabe o que é mais legal? Eu dei uma olhada nos grandes sites de games brasileiros, e nenhum deles deu essa notícia ainda. Só o Overmundo deu a notícia antes. Mas como você muito provavelmente não lê o Overmundo… Você leu aqui no 16-BIT primeiro!

Ou isso, ou todo mundo já deu a notícia há muito tempo atrás e eu é que não vi. 😀

Então? Nos vemos lá?

Anúncios

365+9 dias de 16-BIT

Sabe que dia foi o último dia 07, também conhecido como “há nove dias atrás”? Foi o aniversário de um ano desde o primeiro post deste blog.

ÊÊÊÊÊÊêêêêêêêeeeee… e… e………

Bom, se nem eu me lembrei, que dirá algum de vocês. Como ninguém se importa, vou colocar depois do link algumas fotos de bolos de aniversário inspirados em games puramente nerds tiradas descaradamente do Kotaku e era isso.

E, claro, valeu pela companhia nesse ano que passou! Se até o próximo 7 de Abril eu já for multimilionário, vocês é que ganham o presente. 😛

Continue lendo ‘365+9 dias de 16-BIT’

A voz da internet

Logo do KotakuEmbora a “voz da internet” seja mundialmente conhecida pelo excessivo uso de palavras como “gay”, “n00b”, “owned”, “teh h4x00rz” e outras cretinices, hoje (ontem — droga, tô postando de novo no meio da madrugada) o povo da interwebs fez a diferença.

Tudo começou quando caiu nas mãos do Kotaku (site que ganhou meu respeito eterno, irrestrito e incondicional depois do episódio) uma bomba em forma de rumor: PlayStation Home.

Trata-se de uma nova funcionalidade do PlayStation 3, que, mesmo sendo mais uma cópia descarada em conceito, pelo menos é extremamente bem bolada. Sério, é algo que, se for verdade (lembre-se: ainda é um rumor), pode realizar a mágica suprema: me fazer ter vontade de comprar um PS3!

Enfim. Eu ainda não expliquei o que é a PlayStation Home e estou ciente de que fugi magistralmente do assunto do post, mas isso é que é legal de escrever no seu próprio veículo.

A tal da PlayStation Home é uma função que é (seria), de uma vez só, a resposta da Sony para os Achievements o sistema de Conquistas do Xbox 360 e os Miis do Wii. O usuário criaria um avatar (presumivelmente uma espécie de Mii, mas todo cheio de firulas), e esse avatar teria uma casa. Ou só um cômodo, não entendi direito. O bacana da coisa é que essa casa ou cômodo seria mobiliada com itens desbloqueados nos jogos! Tipo, você joga 1500 horas de Ridge Racer e ganha um pôster daquela japa que aparece em todos os games da série. Ou uma mesinha de centro no formato de um pneu. Aí você joga 732 partidas multiplayer de Resistance e ganha um tapete ou um sofá de pele de alienígena. Coisas assim.

De acordo com o rumor, também faria parte do plano estabelecer todas as comunicações “off-game” dos jogadores nessas casas. Vídeo-chat, essas coisas. Admito que adorei a idéia.

Mas voltamos ao assunto inicial. O Kotaku colocou as mãos no rumor de que essa função seria revelada na GDC, daqui a poucos dias. Procurou a Sony para comentar, e a resposta foi um básico “não comentamos rumores”, mas com um tempero a mais: um “pedido” para que a história não fosse publicada, sob o motivo de que poderia “prejudicar a relação profissional” entre as duas partes.

O que o Kotaku deveria fazer? Temer pela sua própria boa relação com uma das maiores empresas do setor, ou informar algo que pode nem ser verdade aos leitores? Óbvio, a segunda opção.

O site publicou o rumor e ainda mandou um email para a Sony avisando que o havia publicado.

Então a Sony enviou outro email, de volta, ainda menos simpática. Nele, um RP (Relações Públicas) da empresa “lamenta o fato”, mas cancela todas as reuniões e entrevistas exclusivas que o site já havia marcado para a GDC, desconvida o site de todos os eventos e promete não mais revelar nenhuma informação exclusiva de imprensa.

O Kotaku, do alto de sua razão, faz a coisa mais certa possível: publica o email, na íntegra, para apreciação geral da nação online.

Imaginem a efervescência em que se tornaram todos os fóruns do mundo, lotados de gente que já está acostumada a meter o pau na Sony desde que ela inventou um controle em forma de banana e tentou vender um console sem jogos que prestem pelo preço de um computador. Sério, não se via um assunto render tanto papo na internet desde que a Nintendo resolveu mudar o nome do Revolution para um sinônimo de pênis na língua inglesa (e uma palavra boba para o resto do mundo).

E não foram só os anônimos que soltaram a voz. Grandes sites tomaram partido na coisa também. Resultado? Um pedido de desculpas e todas as reuniões marcadas e relações reestabelecidas. O 1º de Março termina exatamente como começou para o Kotaku, como parceiro da Sony. Mas fica uma lição.

Eu acho que isso é um exemplo a ser seguido. Não por vocês, mas por mim. Vocês não tem nada a ver com isso. Eu escrevi este post mais pra poder ler daqui a alguns anos e ver como as coisas são/eram/têm que ser. O trabalho de um site é informar as pessoas, equilibrando rapidez com veracidade, independente do que quer que aconteça. O trabalho do departamento de relações públicas de uma empresa é assegurar que as informações só sejam reveladas na hora certa. Quando uma das duas partes não faz o seu trabalho direito, não há o que chorar. Leite derramado suja o chão mesmo, pode perguntar pra sua mãe.

É, já era
Já era.

Feliz Natal do 16-BIT!

sonicfeliznatal.jpg“Então é natal, e o que você fez?” Além de se irritar profundamente com essa música e jogar videogame pra caramba, cada um deve ter feito aquilo que achou melhor da sua vida. Cada um deve ter seguido os seus próprios sonhos e ambições, comemorado as suas vitórias e chorado as suas derrotas, levantando logo em seguida, em busca de um novo desafio. Cada um deve ter defendido a sua opinião com unhas e dentes, às vezes sem saber que logo ela iria mudar completamente. Cada um deve ter vivido ao máximo possível, aprendido o máximo possível e feito o máximo possível de pessoas felizes.

O quê, você não fez nada disso? Bem, não há época melhor para começar do que agora. É natal, e logo será 2007… Viva!

– – –

Bem piegas, eu sei, mas são os votos do 16-BIT, do Sonic e dos coelhinhos do Rayman Raving Rabbids para você, leitor. A gente te ama! 😀

“DAAAAAAAAAAHHHHHHH!!!”

…e malhando uma resenha terrível

No último post eu fiz questão de elogiar e pagar pau pra uma resenha muitíssimo bem escrita. Pois bem. Agora é hora de fazer a mesma coisa, mas ao contrário: falar o que tem que ser dito sobre uma resenha deveras infeliz. Essa aqui, sobre o Video Games Live.

Mas o que tem que ser dito? Eu já tinha todo um texto na cabeça quando comecei a escrever essas linhas, mas acabei percebendo que eu ia dar voltas e mais voltas pra acabar dizendo uma coisa só: opinião é bom, mas tem que saber usar. Ou a autora da crítica queria justamente causar esse tipo de reação nos “nerds” que foram ao evento e curtiram, ou ela realmente deveria aprender a enfatizar a frase “na minha opinião…” nos textos dela.

Em quatro das cinco primeiras frases, a autora já dá motivos mais do que suficientes para pararmos de ler o texto e abaixarmos a cabeça, pesarosos e desejando um bom futuro a essa pobre alma que não sabe se expressar:

“Grande parte dos presentes pareciam ter saído de algum banheiro do Star Wars.

“A fila de entrada era três vezes mais esquisita que a da saída do Objetivo Paulista.”

“O pessoal do Pânico perdeu a melhor oportunidade do ano. Fiquei
imaginando eles descobrindo que as meninas não estavam fantasiadas, estavam mal vestidas mesmo.

Qual o problema com o jeito de se vestir do pessoal, dona? Onde você viu pessoas “mal vestidas mesmo”, eu vi uma das maiores concentrações de camisetas bacanas que eu já vi, coisa que inclusive comentei com um amigo, também presente, que se mostrou plenamente de acordo. Durante o intervalo, fui ao banheiro e encontrei um carinha com uma camiseta branca, do novo Zelda, animal: na parte da frente, o logo, na parte das costas, a Triforce com aquelas firulas todas que ela ganhou no Twilight Princess. Tudo em alta resolução, tanta que eu achei impossível ser feita em casa. Perguntei, e ele respondeu: “é, foi feita em casa”. Eu não sei você, madame, mas eu acho o máximo pessoas que fazem as suas próprias camisetas, e as fazem ficar bonitas pra caramba. Mas essa é só a minha opinião.

Ponto negativo para o público. Aquele blá blá blá que o brasileiro é um povo caloroso não cola. Talvez Tallarico tenha achado engraçado, mas eu odiei. Encarar os jogos com fanatismo seria uma boa explicação para os uivos e gritos no começo de toda música. A ejaculação precoce poderia explicar as palmas antes mesmo do término da maioria delas, mas a verdade é que o brasileiro precisa aprender a se comportar. Do meu lado, um japonês com cara de Fifa Soccer chegou a chorar em uma das músicas. O ápice do nerdialismo foi na música do WOW, quase um orgasmo coletivo. Fiquei com medo de todo mundo tirar a roupa e começar uma orgia. Por sorte, nerd que é nerd toma banho de cueca, não ficam pelados em público. Mas gritam Kingdom Hearts em coro. E batem palmas acompanhando a música, o que me irritou profundamente.

OK, deixe-me entender. A senhorita gostaria que milhares de gamers entusiastas se controlassem? Talvez você tenha se esquecido (tenho certeza que de foi um mal entendido, a senhora não faria uma coisa dessas) de que está falando de um público que sofreu anos a fio só ouvindo falar que essas coisas existem, mas nunca vendo uma de perto. Uma massa acostumada a se contentar com a clássica reclamação “só os japoneses/americanos têm essas coisas” e com a clássica esperança de um dia termos coisas assim no Brasil. Você realmente queria que nós ouvíssemos as músicas quietinhos, cochichando para os nossos vizinhos de mesa “um espetáculo magnífico, não?” e bebendo vinhos caros da safra premiada de 198X? Aquilo era uma FESTA, dona, e uma festa sendo dada em nossa homenagem, naquela noite, única e exclusivamente para nós! Todos os presentes compartilharam dessa alegria; se você se sentiu excluída, certamente deveria ter a noção de que não “entendeu” o evento, logo, deveria ter passado o texto para outra pessoa escrever, ou pelo menos ter escrito com mais cuidado, ciente de que não é um assunto que você domina. Ou ter caracterizado o texto logo de cara como uma crítica negativa de cunho pessoal. Tantas opções!

E qual o grande mau em ser nerd? Eu não sou (embora o simples fato de estar escrevendo esse parágrafo em defesa deles me faça quase ser um), mas, se fosse, estaria profundamente chateado com as colocações dessa moça. E eu acredito sinceramente que o objetivo o texto não era chatear ninguém. Foi simplesmente um texto que era para falar sobre como foi um evento, mas acabou descambando para uma totalmente inapropriada e exagerada crítica pessoal a toda uma classe de pessoas. “Nerd que é nerd toma banho de cueca”? “Japonês com cara de Fifa Soccer?” Infelicíssimo. Se eu fosse um pouquinho mais ativista (ou tivesse conhecimento jurídico), tenho quase certeza de que poderia achar uma brecha para um processo por preconceito, ou sei lá como um advogado chamaria.

Ainda bem que a resenha é curta, senão o meu post teria que ficar maior que isso. E eu realmente não gosto de falar mal. Então, fiquemos por aqui. E, se por algum acaso a autora dessas linhas criticadas chegar a ler esse texto, entenda: não é nada pessoal. Desejo sorte e sucesso profissional, mas simplesmente não poderia deixar de registrar a minha opinião (o mundo hoje em dia não é feito delas?).

É a minha contra a sua. Ou lado a lado — afinal, existe uma mais certa que a outra?
a

Jump In

Xbox 360 - Jump InExiste balada com videogame de última geração? É raro, mas existe. Rolou uma ontem, na verdade. Eu estou falando da agitada festa de lançamento do Xbox 360 no Brasil, conduzida pelo simpático sr. Milton Beck e frequentada pela nata da sociedade artística (:P). E por falar em Milton, Beck, coitado de homem, cara. Finalmente, agora talvez ele tenha sossego das infinitas perguntas sobre esse bendito lançamento. Talvez.

E que lançamento, hein? Kit exclusivo exibindo a bandeira nacional na caixa, jogos localizados (alguns até com legendas e dublagens), assistência técnica e garantia (acabou o medo das 3 luzes vermelhas!)… uma beleza. Pelo menos até falarmos do preço. Todos vocês já devem ter lido e visto os detalhes da coisa toda, então vamos direto ao ponto que eu realmente quero falar.

Três mil reais não é exatamente o preço ideal que todos queríamos (como podemos comprovar através de simples observações da vida real digital virtual), mas ai de você se falar que “por esse preço, era melhor nem ter sido lançado”. Esse anúncio, seja ele agradável ou não do ponto de vista da sua conta bancária, é muito mais do que o simples fato de termos um videogame com caixa em português. É o primeiro metro asfaltado de uma longa (e quem sabe próspera) estrada que levará o Brasil até o ponto final: o dia em que não seremos “terra de ninguém”, uma piada no mapa do entretenimento eletrônico mundial. Porque é exatamente isso que ainda somos. Um país do tamanho de tamanho comparável a Canadá e China, mas que recebe a mesma atenção de empresas como a Sony (e outras gigantes dos games e da eletrônica) do que recebe um país como o Somália, o Congo ou a Nova Zelândia. Não, eu acho que a Nova Zelândia recebe mais atenção, até.

OK, me empolguei um pouco na “revolta”. Mas essa é uma boa hora pra colocar essa revolta para fora, porque estamos, como eu disse, com a faca e o queijo na mão para mudar esse cenário. A Microsoft fez e vai continuar fazendo a parte dela (por sinal, muito bem feita, na minha opinião), agora falta a gente fazer a nossa. Se pudermos, compremos o Xbox nacional. Se não pudermos, divulguemos. Comemoremos, fiquemos felizes e espalhemos essa boa notícia. E quando virmos o comercial na TV, vamos falar para quem quer que esteja na sala: “Isso é uma conquista para os gamers brasileiros”. Tenhamos na consciência que foi um longo tempo de espera até alguém nos estender a mão. Agora é nosso dever agarrar essa oportunidade. Só quem pode tornar esse lançamento um fracasso ou um sucesso agora somos nós. Pense nisso.

E não, ninguém me pagou pra escrever tudo isso. Só achei que era minha obrigação.

PS.: Gears of War é animal. Joguei até cair os dedos.

Hoje é dia de Xbox 360!

360.jpgDesde a E3 desse ano, quando o sr. Bill Gates subiu ao palco em Los Angeles para anunciar que o Brasil era um dos países estratégicos para o Xbox 360, a assessoria de imprensa da Microsoft Brasil tem vivido seu inferno astral. Não sei quantas vezes eu vi manchetes em revistas, sites e jornais parecidas com “Agora é Oficial: Xbox 360 no Brasil! Nós temos as Novidades!”. Mentira. Ou, pelo menos, não a verdade completa. Porque a verdade completa só será anunciada hoje, em um evento fechado à imprensa, em um lugar badalado, mas secreto.

E, como quem tem amigos tem tudo, eu vou.

Sinceramente, não sei muito bem o que esperar. De modo que o que vier, veio. Provavelmente eu vou achar tudo uma maravilha, já que qualquer coisa é melhor do que o que temos agora (nada).

Mas esperemos até amanhã para dar maiores opiniões. Até porque qualquer opinião dada antes da noite de hoje é mentira.

Ou melhor, não é a verdade completa.

E tomara que tenha brindes lá. 😛


Fabio Bracht's Facebook profile

Meus Outros Blogs

Add to Technorati Favorites



Browse Happy logo