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Vendo Pokémon Diamond e Zelda Twilight Princess (ou: O maior anúncio de classificados que você já viu)

Vendo estas duas magn�ficas experiências interativas
Aí está. Estou vendendo estes dois maravilhosos jogos. Ambos vão a R$100,00. Se achar que está caro, me mostre alguém vendendo por menos que a gente pode negociar.

Aceito trocas por outros jogos de DS, de Wii ou por clássicos do GameCube.

E lembre-se: não são apenas jogos. Tratam-se de experiências interativas eletroeletrônicas capazes de mudar a sua vida para melhor. Conjuntos de horas de entretenimento sublime e inesquecível. Possibilidades infinitas de relacionamento e estreitamento de laços entre amigos ou talvez até família. Diversão pura em formato de software.

Mas… se são tão bons assim, por que eu estou vendendo, então? Bom, dois jogos, dois motivos. E você vai ter que clicar no link a seguir para ler a história completa.

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“O jogo que nasceu pro Wii, finalmente no Wii”

Amaterasu, o Deus Lobo fodão de OkamiA frase está entre aspas porque não fui eu quem disse, mas sim o Stan Lee nipo-brasileiro, Fabio Yabu. E refere-se mais uma das grandes notícias dessa semana bombástica: o fodástico Okami vai sair para o Wii!

Sejamos francos: o jogo tem cara de Nintendo. A jogabilidade é super parecida com Zelda, o gráfico tem aquele estilo artístico que muito deve ter se inspirado em Wind Waker e as vendas foram tão babacas que daria pra se pensar que era um jogo de GameCube. E aquele lance do pincel mágico? Perfeito para o Wii Remote!

Talvez por isso que desde o início da vida do Wii os fãs pedem para que Okami seja lançado para ele. Vários rumores já deram as caras dizendo que a tal versão estaria confirmada, mas justamente por esse desejo que o público manifestava, os rumores nunca eram críveis. “Desejo de fanboy”, diziam todos, e voltavam a confabular sobre Halo 3.

Mas agora é oficial. Conforme publicado ontem em todos os sites que cobrem games, Okami vai mesmo sair para o branquinho da Nintendo, na vaga data de “Spring 2008”, que seria lá pelo segundo trimestre do ano que vem. Com uma data tão distante, é impossível não se perguntar o que eles estarão aprontando em termos de extras. Só mudar a jogabilidade não deve ser tão demorado assim, certo? RE4 Wii, se não me engano, foi anunciado pouquíssimas semanas antes do lançamento.

Então o que será que podemos esperar em termos de extras? Eu não faço idéia. Por mim, só espero que eles consigam fazer os gráficos ficarem ainda mais bacanas do que no PS2. Fora isso, nem sei o que quero.

E outra pergunta que eu me faço: quem está trabalhando nele? O saudoso estúdio Clover, que fez a versão original, foi fechado (em parte justamente pelas fracas vendas do próprio Okami), então só resta algum outro estúdio da Capcom (o que não me inspiraria confiança) ou o estúdio Seeds, que foi fundado pelo pessoal que trabalhava na Clover e saiu fora quando fechou. Mas é muito improvável o pessoal do Seeds estar envolvido nisso… ou não? Sei lá.

Pouco antes de postar, fiquei sabendo que o estúdio que vai cuidar da produção é o Ready at Dawn, que já fez Daxter e agora está trabalhando em God of War: Chains of Olympus, ambos para o PSP. Trabalhar na adaptação do jogo estaria “de acordo com a nossa tradição de só fazer jogos que gostaríamos de jogar”. Bom? Acho que sim!

Enfim… perguntas demais, comemoração de menos! O que importa é que Okami finalmente vai sair pro Wii e eu finalmente vou terminá-lo (já que o do PS2 eu larguei antes da metade e até hoje não sei por quê). Viva!

Amaterasu está chegando
Amaterasu está chegando… de novo.

Gamers: novidade boa no “mercado” brasileiro de games

Logo da GamersPablo Miyazawa, que invariavelmente é sempre o primeiro a saber de qualquer grande notícia que envolva as palavras “games” e “Brasil” simultaneamente, deu o furo no Gamer.br esta manhã:

O Luiz Passos Paredes, ex-gerente de marketing da Microsoft para América Latina (relembre aqui), convocou a mim e outros comceituados profissionais do jornalismo para um happy hour, no qual ele revelaria “uma novidade revolucionária para o mercado de games brasileiro”. (…) Cheguei atrasado – óbvio – e a tal novidade já havia sido revelada para a meia dúzia de pessoas que ali se encontrava (três deles são meus colegas de profissão). A mais nova empreitada de Paredes chama-se Gamers, mas nada tem a ver com a revista homônima ou com a Microsoft. A Gamers é uma rede de megalojas especializadas em videogames que está chegando ao Brasil – mais especificamente na cidade de São Paulo – ainda este ano. Segundo Paredes, a Gamers será uma loja diferenciada e que deve “elevar o nível do mercado nacional”. O foco é o mercado de elite: apesar de os preços não ficarem distantes aos de outras lojas do território nacional, a diferença deve ficar por conta do atendimento de Primeiro Mundo ao consumidor.

Ao final do post (que é bem maior do que este pequeno trecho que coloquei acima), Pablo pergunta: “Enquanto isso, surgem as perguntas óbvias sobre a chegada da Gamers ao país: as coisas mudam ou não mudam? Se sim, para melhor ou pior?” E eu, aproveitando que faz um tempão que não comento no blog do colega, teço um comentário desnecessariamente grande, que reproduzo abaixo (não deixe de ler o texto do Pablo antes de ler a minha opinião, ou algumas coisas ficarão fora de contexto):

Duas empresas grandes, bem-sucedidas em seus lugares de origem, que chegam quase ao mesmo tempo e cheias de vontade de encarar o apático mercado brasileiro. Regresso não há de vir daí.

Não sei se é o caso da Synergex, mas a Gamers é uma potencial anunciante de peso para os veículos de games, por exemplo. Uma coisa que dá meio pena de ver nas revistas nacionais é a total falta dos grandes anunciantes que rolam nas revistas gringas. Aqui praticamente só tem anúncio de loja safada que vende PS2 desbloqueado na Sta Ifigênia.

E com uma loja bacana, especializada no segmento, talvez outras cadeias de varejo que já trabalham com games (como a Fnac, entre outras), possam começar a “se aprumar” e dar mais atenção a esse mercado.

Enfim… acho que a grande notícias que poderia haver pros games nesse nosso país continua sendo, mais do que a instalação de qualquer grande empresa por aqui, a reestruturação das taxas de importação sobre consoles, jogos e acessórios que entram no Brasil. É isso que o mercado precisa e é isso que o povo quer ouvir.

Mas nem por isso a Gamers deixa de ser uma grande notícia.

E repasso a pergunta a você, leitor do 16-BIT (que nunca viu tantas atualizações numa mesma semana): o que acha dessa novidade? É motivo pra comemorar ou não vale nem o esforço de clicar em “comentar”?

PS.: Dei uma pesquisada no Google agora (queria achar uma imagem ou logo para ilustrar o post) e não achei nenhuma menção à tal rede de lojas mexicana. Será que ela é tão grande quanto esse anúncio faz parecer? (Atualização: de acordo com os posts do GameBlog, onde eu achei a imagem lá de cima, é uma grande rede com 70 lojas no México e duas no Chile, onde ela começou a atuar a apenas dois meses.)

PPS.: Na verdade, quem deu o furo foram os grandes Luiz Siqueira e Nelson Alves Jr., em uma dupla de posts ontem à noite no GameBlog. Valeu pela correção, Fabão! É que a gente já é tão acostumado a ver o Pablo dando altos furos por aí…

Brütal Legend: o pacto de Tim Shafer com os demônios do Rock, oferecendo horas futuras de nossas vidas em sacrifício

Brütal Legend na capa da Game Informer de Outubro/2007

“Há algo nos roadies que nós sempre gostamos. Eles são meio como os rock stars, já que vivem o estilo de vida rock ‘n roll. Mas eles não vivem isso em um lugar privilegiado, num pedestal. Eles vivem lá embaixo, nas trincheiras. Eles que botam a mão na massa; eles ligam os cabos nos amplificadores. Mas ainda assim eles vivem neste mundo de fantasia do rock. Há algo de nobre nisso. Eles não ficam com toda a glória, eles fazem ela acontecer. Um roadie é um herói que não se encaixa no mundo moderno. Ele quer fazer coisas grandes, tipo Rei Arthur. E se esse cara tivesse a chance de ser esse tipo de herói? E se ele pudesse entrar nesse mundo de fantasia, mas pudesse trazer o seu Camaro e a sua música junto? Criar um mundo para esse cara — é sobre isso que é este jogo. É sobre um roadie chamado Eddie Riggs.”

Este é Tim Shafer, falando sobre Brütal Legends, o novo jogo da sua produtora Double Fine, na abertura da matéria de capa da Game Informer desse mês. A capa e a matéria”vazaram” na internet há poucas horas atrás, “coincidentemente” junto com o primeiro trailer.

Dedique um momento da sua vida para assistí-lo:

Tim Schafer é um homem que nunca deu bola fora. Em seu currículo temos seis grandes jogos — grandes não no sentido de levar muitas horas para terminar, mas sim no sentido de fazer pessoas felizes. Os dois primeiros Monkey Island, Day of The Tentacle, Full Throttle, Grim Fandango e Psychonauts. Todos estas aventuras têm, ao menos em parte, o cérebro de Schafer por trás. E todas elas têm ainda um séquito de fãs saudosos e ardorosos, porque é isso acontece quando você faz jogos fodas.

(Eu me evergonho de dizer que, dentre estes, o único que eu joguei foi o que ilustra o cabeçalho do meu blog nesta data: Psychonauts. De fato, estou em processo de terminá-lo neste exato momento, jogando a conta-gotas, e estou adorando ter todas as minhas expectativas ultrapassadas. Não é à toa que o jogo rendeu tantos prêmios.)

E agora ele me vem fazer um jogo sobre rock, com Jack Black dublando o personagem principal! E querem que eu não fique empolgado?! É demais para a minha pobre cabeça!

Sabe-se pouco a respeito do jogo até agora (tudo que saiu foi este trailer e esta matéria de capa da Game Informer), mas sabe-se o suficiente. A história conta a lenda de Eddie Riggs, o roadie de uma grande banda de rock, que veste uma fivela amaldiçoada pelos demônios do rock. A fivela tem a forma da cabeça de um demônio, com uma enorme boca sorridente. Ao se machucar durante o trabalho, um pouco do seu sangue cai na boca, e Eddie é transportado para outro mundo, outro tempo, outra dimensão… sei lá onde. Mas é um lugar onde o rock, que é apenas um estilo de vida para poucos no mundo que o roadie conhece, é muito mais do que isso. O rock é o próprio mundo, neste lugar.

Lá ele encontrará um baixista tão poderoso que consegue curar as pessoas só com a vibração das cordas do seu baixo mágico. Lá ele pode usar os solos da própria guitarra para conjurar fogos e poderes extraordinários. Lá ele deve criar um exército de headbangers e derrotar os demônios que escravizam a humanidade, tonando-se ele mesmo o maior roqueiro deste mundo. Lá ele deve conquistar a garota no final.

Mas foda-se a história, não é verdade? O importante é que o jogo vai ter batalhas hilariamente sanguinolentas e diálogos sanguinolentamente hilários na voz de Jack Black, cortesia do Tio Tim.

Agradeçam direitinho a ele quando este jogo sair. Já sabem como, né? Comprando a droga do jogo, claro, e não fazendo-o passar pela mesma vergonha de Psychonauts, que parou de ser fabricado antes de vender míseras 400.000 cópias!

Tim Schafer
Valeu!

Avante, companheiros! Zack & Wiki navega em minha direção

Boxart Zack e Wiki

Sabe que no fim das contas o atraso do Smash Bros Brawl foi uma boa? Está saindo um caminhão de jogos legais esse fim de ano pro Wii, e eu estava cego de ansiedade por ele e pelo Mario Galaxy. Já tinha decidido comprar os dois e, como dinheiro e tempo não dão em árvores na minha vida, ia ficar por isso mesmo.

Como Brawl agora só vai rolar em fevereiro, abriu-se uma vaga no meu auto-presente duplo de natal. Subitamente, jogos como Batallion Wars 2, Zack & Wiki: Quest For Barbaros’ Treasure e até mesmo The Legend of Zelda: Phantom Hourglass entraram no meu radar. Qual escolher, oh, qual escolher? Qual você escolheria?

Acho que vou ficar com Zack & Wiki. Tenho quase certeza. Nem que seja só pra poder dizer “ei, eu fiz a minha parte” quando a Capcom resolver repetir o episódio Clover, fechando um estúdio que produziu um jogo diferente e original por este não ter vendido tão bem. Zack & Wiki tem tudo pra virar cult (meio que já é), e ficar inclusive difícil de achar daqui a alguns anos.

Batallion Wars, por outro lado, parece muito legal, mas ainda não me conquistou de verdade. E Zelda, bem… É pra DS. E eu realmente quero dar para os meus Wii Remotes nesse fim de ano a oportunidade de fazer mais coisas além de rebater bolas de tênis e serem chacoalhados como loucos em microgames de poucos segundos. Sem contar que não faz nem meio ano que eu terminei um Zelda! Melhor dar um tempo até eu ter realmente vontade de controlar Link de novo.

Outro motivo: tanto Galaxy quando Zack & Wiki têm uma característica importantíssima pra mim. Ambos são jogos projetados para oferecer desafio para os experientes e facilidade para os novatos — especificamente para a novata que eu tenho lá em casa. Os dois jogos possibilitam que, enquanto o jogador principal joga, uma segunda pessoa pegue um Wii Remote extra e ajude a primeira. Mario Galaxy vai me deixar coletar estrelas para a minha namorada e lançá-las nos inimigos para facilitar o trabalho dela, enquanto Zack & Wiki vai me deixar desenhar na tela para indicar pistas importantes para a resolução dos puzzles (que prometem ser bem cabeludos).

Ah, Novembro que não chega.

E você? Que presentes gamer vai se dar nesse fim de ano?

Zack & Wiki - Screenshot

Quem quer me ver na TV? (Update: vai ficar querendo)

Logo da MTV

UPDATE: Ainda bem que eu incluí as palavras em itálico no início do post. Melou o convite, não vai mais rolar. Daqui a pouco eu apago o post, inclusive (ou não). Esse aviso é para os que recebem o feed não ficarem boiando. Fica pra próxima! 😛

Ao que tudo indica (ainda há chances de não rolar), hoje eu estarei participando do Debate MTV às 22h, ao vivo. Estou tão surpreso quanto vocês devem estar, provavelmente mais. O tema vai ser aquele clichê básico que se espera da TV aberta: “Jogar videogame demais deixa os jovens isolados?”, e eu fui convidado sabe-se lá por quê. Mas eu vou! Na pior das hipóteses, vai ser mais uma experiência ruim da qual eu vou tirar algum aprendizado. Na melhor, vai ser divertido pra caralho.

Então, se a sua TV não tiver alergia à MTV, sintoniza lá às dez da noite pra descobrir como eu sou feio.

Mais importante: algum de vocês tem algum argumento bacana em relação ao tema do debate? O que vocês diriam? Algo que diriam se encontrassem o Lobão na rua? Tentem responder, tipo, agora. Valeu!

Exclusivo 16-BIT: Wallpaper tosco do Mario Galaxy!

Conselho: nunca fiquem empolgados demais com um jogo. O nível de empolgação torna-se proporcional à probabilidade de se perder tempo fazendo coisas potencialmente inúteis só por serem relacionadas ao jogo em questão. Como ficar mais de uma hora esperando um streaming de um vídeo novo (ao invés de simplesmente esperar o pessoal aqui de casa terminar os torrents de Grey’s Anatomy e My Name is Earl) ou ficar acordado até às duas da manhã fazendo um wallpaper tosco. Especificamente, o wallpaper a seguir:

Wallpaper Mario Galaxy 16-BIT Thumb

Tá bom, até que não ficou tão tosco.

O legal é que só me passou pela cabeça disponibilizar isso aqui no blog depois que já tava completamente pronto. Quando eu coloquei pra usar e vi como tinha ficado legal na tela (é, realmente não tá tosco).

Então, aproveitem! Quem usar resolução 1024×768 ou 800×600 (se é que ainda tem alguém que usa 800×600) vai ter que diminuir na mão. Se não tiver Photoshop, eu recomendo o Picnik. E mais: se você for uma das oito pessoas no mundo que usa a barra de tarefas do Windows com duas linhas de altura (assim), saiba que esse wallpaper foi feito pra você. Não fica feio nem nada se usar com a barra de tarefas no tamanho normal, mas se for com duas linhas fica redondinho.


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